quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Sempre artes

 O que sei,

Que serei sempre a que anda de cabeça erguida.

Mas sou a que está do lado onde a corda parte, dos pobres.

Ainda que eu continue andando sozinha tenho  os meus

Sempre que estou entre paredes, canto cantigas velhas e, novas

Danço para mim  e, converso com Deus, danço para o Ser supremo

Pinto para mostrar o que segue dentro da minha cabeça

Tenho de dizer que defendo outras causas

O que me consola é não ficaar parada.

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