Agulhas que atravessam meu corpo
por vezes no pesponto
outros procedimento
cingindo
em sarja branca,respiro, não a dor
sangrento do vermelho
ao magenta
similitude em pontos
passado a síndrome
em sons leves e solto
sigo no borbulhar do coração
viver na certeza que a morte
um certo dia me fará desaparecer
sem registro da minha existência.
Varenka de Fátima Araújo
...
domingo, 24 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Proibido poema
Lábios úmidos
vem no hálito do vento
na aurora resplandecente
rasgando, ferindo nuvens
Proibido poema
teus beijos dinâmicos imprimindo
em diversas formas de amar
envolvendo me com abastança
Beijos suaves nos atalhos do meu corpo
bordando com linhas de ações
vais adentrado machucando
invadindo me, fogacho e fluorescência
Varenka de Fátima Ara...
terça-feira, 19 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Vida é amor
Inesperada a cingir de vermelho a pele
diante do perigo e perseguição
na investida como uma destemida
liberto-me saindo no caminho com amor
não tenho vida cronológica
na mente um anjo de luz me conduz
prolongando minha existência
como a flor de lótus entre pedras
esforço-me na alerta correta
em concentração do sangue
vida é sangue.....
Amor é vida
Varenka de Fát...