Recebi este retrato por minha amiga que se casou em outra cidade onde reside sua família, fomos colegas por muitos ano, ficou a amizade que dura 30 ano, o Criador no momento certo enviou um noivo, que seja para sempre esta união. viva os noivos!!!!
sexta-feira, 31 de janeiro de 2025
Esse mundo
O mundo não para de dar volta em seu eixo
E o homem gira sem novidades
Cada geração mais tresloucada
Por que sua evolução é uma repetição maquiada
A direção mais avançada na tecnologia
Aceitatar é mera acomodação
O homem não sabe de si mesmo
Segue um baile vislumbrando o o dinheiro
Querendo ser endeusado e adorado
Uns sem instruções apoiando
Como se fossem máquinas com condutores
Espero que os poetas através das letras sigam mais além.
Varenka de Fátima
quarta-feira, 29 de janeiro de 2025
Poesia para Varenka de Fátima
VARENKA DE FÁTIMA
Edizio Mendonça
Mulher simples e muito bela,
Humilde, reta e misteriosa.
Mulher guerreira e diligente,
Mãe dedicada, mãe amorosa.
Ela é uma excelente Poetisa,
É uma Artista firme e brilhante.
Mulher charmosa e inteligente,
Carinhosa, amável e cativante.
Ela é uma importante Escritora,
Uma consagrada Pintora
E, acadêmica de enorme valor
É uma linda e agradável criatura,
Dona de formidável cultura,
Que conheci lá em Salvador.
Barra do Mendes, BA . 2015
segunda-feira, 27 de janeiro de 2025
domingo, 26 de janeiro de 2025
Para Antônio Cicero
Antônio Cícero
Poeta, letrista da sua irmã Marina Lima
A sua dor só você sentiu
Terá paz na Suíça
O que você fez é um tabu
Para os que têm suas religiões
Não a censura
Do outro lado os vivos não têm voz
Aqui não existe a eutanásia
Porque as leis são feitas para os sabichões
Muitos seriam mortos em hospitais
Países pobres são dominados por ricos
Cabeças ocas pagam cara
Você será absolvido
Fotos recentes
No passo da dança do ventre
Para agradecer aos Deuses
Passar mais anos
Neste molejo
Que faz bem ao corpo
De uma senhora de idade.
No Celular
No celular
Eis uma revolução
O que estou vendo
Vou descrevendo
Uma telinha de várias marcas
Ele é a sensação do momento
Tela, abas,aplicativos
Mas fugindo da queda e água
Não esqueça de colocar dinheiro
Ele só fala se carregar
Pegou muitos por ser veloz
Na comunicação com rapidez
É uma sofrência esse vício
Da criança ao adulto
Mocinha dengosa
Um velho sabichão
Mimoso ratão
Então, estão divertindo
No café, almoço, jantar
Perto e distante da família
E, ficam perdidos na solidão
Perfilando o celular da moda
Do outro lado pode estar seu algoz
Mal feitores usam mascaras
Mas, ninguém solta o celular
sábado, 25 de janeiro de 2025
Carta para Aparecida Feitosa Gomes
A mulher que vivia a frente de uma época. Bonita, charmosa de uma alegria contagiante. Ela conduzia sua vida muito lúdica.
Em uma tarde de primavera, em um degrau da entrada da sua casa, com um pacote de cartas com selos de Portugal, com uma aguda consciência de não querer responder todas, estava eufórica. Não há meio termo para ela, subi os degraus, ela colocou em minhas mãos umas cartas: - E para vc responder estas cartas, poder ficar amiga ou namorar um deles.
Eu tive a impressão de que minha face ficou vermelha, tinha pouca idade, meu pai não queria meu envolvimento com homens antes dos 15 anos.
Agradeci a Cida, passei uma noite sonhadoramente escrevendo para o Norberto, foi uma correspondência de respeito, uma amizade sincera bem distante.
Repentinamente, meus pais decidiram colocar seus filhos em sua Rural verde e branca ruma para Bahia.
Não houve despedidas, o tempo fez sua parte com a ajuda do Facebook, um encontro a moda da net.
É evidente que nunca parei de escrever cartas. Além do mais o tempo é monótono para uma pessoa que gosta de movimento com cores.
Cida de mil sapatinhos, vestidos de tecidos finos, sorrisos francos.
O meu muito obrigada amiga.
Varenka De Fátima Araújo
sexta-feira, 24 de janeiro de 2025
Acróstico - Jorge
J á tens o nome de guerreiro
O ra contribui na luta do coletivo da Assufba
R ealmente nasceste para liderar
G rande são os teus atos soltos nos ares
E ternamente serás lembrado
Lembrando do meu pai.
Lembrando do meu pai
Uma infância das mais pobres, perderam o pai para Tuberculose muito pequeno, minha avó sua casa era de barro e o pote de barro não contaminou minha avó que não tendo como sobreviver colocou o filho no Convento foi nesta passagem pelo Convento que papai passou a pior adolescência e um pouco da juventude teve várias doenças umas perduraram até a sua vida. Teve educação esmerada, mas perdeu a confiança e fé em todos religiões. Ao sair do Convento mambembou e casou com minha mãe, pobres viveram o amargo , mas o amor era o alicerce, fizeram bodas de ouro. E o amor foi eterno.
Os toques.
Os toques
Não me toque
com palavras ocas
que são escapes
com velhas manias
já ultrapassadas
Não me toque de leve
toda esperteza
é sebo para descartar
só serve pro calo
Não me toque
com pose de superior
sou feita de gelo
sem me derreter fácil
Pode me tocar
com versos, prosa
fico sem delongas
guardo com afeição.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2025
segunda-feira, 20 de janeiro de 2025
Na rua
Na rua
Eu ia para o comercio
Com minha bengala
O menino me acompanhou
Segurou minha bengala
Menino solta a bengala
por três vezes
A mãe dele veio e levou
Pode, uma criança gostar de bengala
Ficarei andando de bengala por muitos meses
Já ando solta e danço em casa
Na rua muito buraco e, gente louca.
domingo, 19 de janeiro de 2025
Dueto Carlos D e Varenka
Neste poema eu ofereço
uma flor, que nasceu
num tempo, num espaço
num poema que foi meu
foi escrito com as palavras
que encontrei por magia
neste jardim de lindas prosas
onde reina a poesia
rimas simples na construção
estas palavras do dia a dia
que juntei com o coração
as reguei com a alegria
que em teu olhar encontrei
e em amizade as transformei
Carlos D
Neste meu poema te ofereço
uma flor foi cuidada e nasceu
com palavras, num espaço
num poema que foi só meu
escrito com tantas palavras
que encontrei pela magia
neste jardim de belas prosas
reinando apenas a poesia
rimas singelas na construção
palavras ditas no dia a dia
que formei no meu coração
regadas com tanta alegria
teu olhar no meu,encontrei
em amizade transformada
Varenka de Fátima Araújo
Dueto
divulgar as palavras, a poesia
é querer elevar todo um pensar
faz libertar o povo da apatia
ajuda um pais a se endireitar
existe quem não queira ter
um povo que consiga pensar
pode assim o povo perceber
que eles os andam a enganar
existem pessoas determinadas
que com esforço e dedicação
se empenham na sua divulgação
querer promover as palavras
é um dever de toda a gente
é poder semear uma semente
--
Carlos D
Tornar notório todas poesias
elevando todo o pensamento
tirando o povo da indiferença
para o pais ter um rumo certo
existem quem não querem ter
um povo preparado, pensante
para que o povo não perceba
que eles estão só enganando
existem pessoas destemidas
com suas forçar e dedicação
vão a luta para a divulgação
divulgo as palavras,poesias
é o meu dever como cidadã
para poder salvar e semear
Varenka de Fátima Araújo
Dueto
Teu rosto de mulher
que eu toco com o olhar
da vontade de querer
teu sonho alcançar
Alcançar eu queria
e nele poder escrever
e num toque de magia
um poema te fazer
Fazer da areia da praia
ume ode de encantar
e ao mar eu pediria
para te o entregar
Entregar em teu regaço
este sopro de liberdade
mil beijos e um abraço
e um sorriso de amizade
Carlos D
x-x-x
Meu rosto de mulher
que tocas com o teu olhar
tua vontade que é a minha
em sonhos realizarmos
Tens o poder de alcançar
e com tua bela escrita
com inspiração de poeta
em poemas me desvendar
Para na areia da praia
Um encontro divinal!
Como uma deusa do mar
pronta para te entregar
Recebo-te no meu regaço
com aprovação de Netuno
livres,mil beijos e abraços
entre sorriso e amizade
Varenka de Fatima
sexta-feira, 17 de janeiro de 2025
Para a poetisa Varenka
o pude ser assim
tão descuidado de ti
aquela janela tão perto de mim
continha tudo o queria
o saber do amor de uma vizinha
que há muito me espreitava
pela janela de sua cozinha
onde cozinhava sua poesia
enquanto olhava para onde vivia
um dia deu-me a provar
um dos seus pratos de poesia
de todo o tanto que pode conter
que tão bom sabor que tinha
sabonão me recordo
quando aconteceu
cansado adormeci por ai
na busca incansável de palavras
fui longe muito longe
tentar encontrar as melhores
e desiludido fiquei
quando não as encontrei
fui a janela de meu pc
e todas elas estavam ali
comreei toda aquela magia
raspei e lambi aquela iguaria
tornou-se a minha preferida
quando acabei por fim
espetei os dentes
contra os meus lábios
sangrei e chorei
como era macia e atrevida
tão tenra e deliciosa
simples e por vezes exótica
a poesia de varenka
Jorge Oliveira
Para meu filho.
Vupt, Vidmar! É um prazer que não se explica teu nascimento...
Vou contar te nossas andanças, agarrei-me ao meu querido menino com uma pitadinha do branco, do índio e negro, meu garoto genuinamente Brasileiro. Cresceste como a única verdade em minha vida, na minha memória imprimo nestas linhas, a figura do meu pai passando ensinamentos para ti, diante do teu herói, seguiste com bravura neste Mundo desigual. E, de mais, além de tudo vences-te todas empreitadas. Seja como for, somos parecidos na personalidade. Sim, somos destemidos neste chão rachado. Meu filho, foste a melhor revolução em minha vida.
Varenka de Fátima Araújo