Sou mãe mãe e pai
de um rapaz
o papel mais dificil
o retrato mostra
como foi duro educar um homem.
Pois é feliz dia dos pais,
Sou mãe mãe e pai
de um rapaz
o papel mais dificil
o retrato mostra
como foi duro educar um homem.
Pois é feliz dia dos pais,
Estou chegando a um novo círculo de vida
Agora posso dizer que posso passar para o alto
Voar desprendida dos velhos conceitos
Provei a mim mesma que posso ser várias
Subi ao monte e vi a pequenez de certos homens
Nada mais me destruirá já não me importa nada
Provei do mais amargo de minha vida
Que não temo certas criaturas infernais
Vou seguir com passos mais lentos
Olhando mais para às bestas feras sem temer
Me desnudando de todos meus temores
Aceitando não ter minha continuidade
A minha vida já parou neste tempo tresloucado
Na vida que podia seguir sendo um pedaço de mim
Estou aceitando o maior tapa na minha trajetória
Agora tenho certeza que não serei nada.
Foto de Fátima Oliveira
Poesia de Varenka Araújo
Sou uma mulher
que já tenho sete vidas
já não sou mocinha
já sou uma senhora
Quando levo patadas
não faço alvoroço
vale mais meu sossego
falo a verdade e sigo
Tive muito sonhos
quero sonhar outros
aí, céu que vislumbro
aí, vida enremendada
Sempre gosto de mudar
fantasias mostram outra
vivemos uma passagem
aproveito os momentos
Sou Varenka De Fátima Araújo
O sol pintou como um artista
A rua de suporte como cavalete
Colocou folhas no pano branco
passou tinta da cor da mata sobre os dois
o sol secou a tinta em formas de degradê
o vento levou às folhas
suas mãos dançavam
soltou um sorriso no momento
e, a pintura feita pela natureza
vestiu uma dançarina formosa!
Varenka de Fátima Araújo
Uma Poesia feita por Fabio que me emocionou.
Do Ceará ao Salvador, um brilho imenso.
Varenka teu nome é arte ´´e saber intenso,
Figurinista atriz, em todas tuas cores,
Poesia e pintrura, teus dons são amore
(Refrão)
Oh Varenka, estrela da nossa sena,
Teu talento, uma luz que nunca se apaga
Comendadora. poeta, tua vida é plena,
Na cultura, és a alma que nunca se acaba
( Verso 2)
Com as mãos de artista moldaste o sonho,
Em cada palavra, um mundo, um etorno,
Direção Teatral, a voz do coração,
Nas tuas obras ,pulsa a inspiração
(Refrão)
Repete
( Verso 3)
Em cada Antologia, teu nome resplandece
De Ela em Versos, à Corresponder, tudo enaltece,
Ativista Cultural, a voz que ressoa,
Varenka na tua arte, a paixão ecoa,
( Refrão)
Repete.
(Final)
de Campos- Sales a Salvador, teu caminho é luz,
Em cada canto e verso, teu legado reluz,
Oh, Varenka, tu és a eterna melodia,
Teu nome e teu brilho são parte da poesia.
Por vezes digo que o chão racha,ossos
digo que tenho poucos amigos
vejo só suas qualidades o resto risco
ando dando o passo a frente com o pé esquerdo
pinto com mão esquerda nasci pobre sou esquerda
quando digo que o PIX é nosso não conteste
não me queram mau todos no seu lado mas, podem se ferram
escolhi a esquerda porque estudei em escola e faculdade pública
vejo que o povo é beneficiado com projetos que salva vidas
amo meu país a nossa soberania ninguém tasca.
Adeus
Porque não posso agora
Olhos negros com paixão
Da janela mando um bilhete
No retorno uma verdade em silêncio
Depois mais nada ali, meu querido
Nunca conheci suas verdades
Adeus como uma morte
É para magoar mesmo
Depois um adeus meu caro
É como areia cobrindo um corpo
Quem manda no pranto?
Adeus, pra nunca mais, meu bem.
Me ensina
Teseu ensina me a duelar
A vida é uma foice afiada
Ah! Quantas prantos colhidos
Testemunha do desmantelo ferindo
Amordaçada pelo vento
Baionetas lançadas aos montões
Ao céu aberto borrifado de branco
Bradando às maldições de uns homens
Uma cena, um homem dilacerado em sangue
Outros vestidos de trapos de guerreiros
E, calo me diante de tudo
Como uma passante vagando no tempo.
Varenka de Fátima Araújo
No requebro que sou
Eu não me finjo de louca
Um argumento sem resposta
Fingiu que era a salvadora com máscara
E calou para colher como uma coruja
A caridade foi expurgada por uns trocados
O pássaro evaporou entre às nuvens
O mico equilibrou com um piscar de olhos
O gatinho ficou observando o novo cenário
Os mortais não se entendem
Estão ocupados demais em suas caricaturas
Momentos que serão apagados por todo o século
Ouvir um barulho na cabeça
Como se fosse tambores em bombardeio
Ou sinos com seus embates fúnebres
A mente não resgata a surdez
Os sons vão sumindo como às cores
E vai apertando à mente com penas angústias
Vai arrastando para o inferno terrestre
Por inteiro com os sonhos em pedaços
É grande, grande esses sons ensurdecedores
A piedades de uns homens é ipocrisia
Talvez a voz da louca emudeça
Será a mordaça de uma falante.
Falando do CEN
Nesta data marcante
Estrelas brilham no céu
Belo momento sagrado
Iluminado todos do CEN
Muitos sonhos realizados
Sem temores divulgando
Poetas e escritores em letras
Salpicando em toda terra
Na dura e áspera luta
Envolvendo há quatorze anos
Amigos em versos e prosas
Desejo a cada instante
O teu selo em mim
Ser fiel em tua trajetória
Viver para atravessar mares
Cem mil anos de vida!
Varenka de Fátima Araújo
Noite.
Quando o sol fecha a porta
Nas nuvens tintas mornas
E assim mais tarde todos recolhidos
Sem um canto de ternura
Das janelas com grades
Uma abertura do escuro da noite
Lá onde não existe um véu agitado
Onde o gélido coração estremece
Diante das figuras passantes
Os sons de latas vazias
O vento dar seu ar de graça
Que congelam os que estão nas calçadas
O amor para uns como roleta Russa,
Para outros, sentimento eterno
E, o meu corpo já não consegue erguer
Meus versos são pingos no deserto.
Varenka de Fátima Araújo
Em baixo do Equador
existe um país rico e soberano
dividido por pobres e ricos soberbos
que querem vender esse país
os que amam esse país cantam
brava gente Brasileira
querendo união para não entregarem
uma nação que já foi colonizada
triste gente com cabeças ocas
não esqueçam todos irão pro mesmo retângulo.
O mundo é o mesmo mundo
Talvez eu tenha de sobrar...
Neste palco, o jogo continua
Cantarei o Hino Nacional
Dançarei com um sorriso
Pintarei às cores da minha bandeira
Dos planos secretos
Um vate não morre.
Varenka de Fátima Araújo.
O céu ao natural é belo!
Passou um gavião de ouro
Não é, talvez seja um jatinho
Lá vai, jogando fumaça
Em missão secreta
Pois sim, os urubus, águias,pássaros
Não sujam às nuvens
E destaco, nosso céu é mais azul
O nosso sol faz brilhar
A cor que os homens vestem
Ouvi me ainda, somos irmãos
Um brado juntos, somos mais fortes
Não quero ver ossos, esqueletos caveiras
Não quero tantos catadores de latas
Não me furem meus olhos
Com os punais que atingiram outros
Quero um céu soltando estrelas
Para deslumbrar todos
Sem exceção de verdade
Vivo olhando o céu todas manhãs.
A rua é reta não vejo o fim
Me perdi no caminho
Digo acabei com tudo
Os remendos foram sarados
Tudo tem um começo
O fim jamais pode vislumbrar
Fui mais ferida não tive tanta sorte
Sorrio para esconder o meu amargo
Levarei muitos segredos
A minha biografia já foi enterrada
Não sei,será, sei não, não acabou.
Varenka de Fátima
Tudo começou com um desfile de melhor penteado, tinha 18 anos, fui a vencedora, começaram me incentivar a fazer Teatro, fui estudar no SESC ,minha primeira professora foi Jurema Penna que brilha no infinito. Gratidão.
No supermercado