sábado, 28 de março de 2026
Ao meu pai saudoso
Eu tenho pensado muito, o poeta pensa muito e, revira o baú na sua cabeça.
Papai por vezes a saudade me sufoca, mas o senhor sabia que eu não daria uma boa advogada, apesar de ser seu sonho, tenho os pés ficado no chão e a fantasia de artista em minha cabeça, fiz o vestibular para Teatro e, passei, o senhor aceitou, minha mãe nunca aceitou, perdão mamãe, sei que fui a sua filha que vc confia, tudo que a senhora me pediu que fizesse era comprido, a senhora em vida me disse que confiava em mim, foi como me perdoasse mas, a senhora presenciou a formatura de seu neto advogado e, 3 advogadas. Eu falei para papai em vida, veja quantos netos advogados e, suspirei.
Tenho orgulho das advogadas da nossa fámilia papai, porque seguem seu juramento.
Papai, papai , eu sinta tanto sua partida, foi a maior perda e, todos lamentam, porque sua passagem na terra o senhor fez só o bem.
quinta-feira, 26 de março de 2026
Pintura de minha autoria
Papagaio que tanto gosto, minha avó materna tinha um papagaio que catava o Hino Nacional, tive uma visinha que o seu papagaio apredeu meu nome e , me pedia café todas manhãs, foi embora me deixou triste, fiz para ser chamado de meu.
Pintura em pedra.
terça-feira, 24 de março de 2026
Ao povo
Texto editado em 27 de marco de 2016 , acho que retrata a atualidade
Traduzido para o espanho.
Ao Povo,
O tempo passou com o vento que soprou e dispersou às sementes, embriões. Ainda o céu anil borrado de nuvens, chuvas de mil esperanças. Depois visões que turvam a mente, são os homens jogando fagulhas queimando a Terra, esses homens passam com suas vaidades efêmeras, enriquecem com a fartura da mãe terra, devastando matas, poluindo rios e mares, matando os animais raros, garimpado com seus golpes e, mortalhas fúnebres. Os verbos da existência mimosa não conjugam, o Progresso e a Liberdade, estão sendo banidos, labaredas de rancores estão bebendo.
Mascaras dos ímpios homens permanecem fixadas nos rostos dos atrozes, talvez o inferno já esteja instalado no Planeta. A seiva dos homens bons que tocam pianos é pequena, pequena, que suas missões não atingem neste plano. O Planeta com suas chaves de eternas portas, abem para todos, os severos juízes os escarnecem, encerrando portas, aprisionando os animais, homens, terras demarcadas, limitando tudo. Os demônios estão soltos, monstros, piores que horríveis monstros, estão destruindo, só faltam privatizarem nosso ar.
Povos, conclamo todos unidos com fé, coragem, irmandade, lutarmos por nosso Planeta Terra.
Varenka de Fátima Araújo
Texto: Varenka de Fátima Araújo
Traducción tentativa: Guillermo Bazán Becerra
A toda la gente
El tiempo pasa como un viento que sopla y dispersa
las semillas, los embriones. El azul del cielo, decorado
con nubes es señal de que hay incontables esperanzas de
que llueva. Sin embargo, hay personas cuya mente está
con la mente trastornada por terribles visiones nacidas de
su ambición y maldad, a quienes no les importa quemar la
tierra y destruir cuanto esté a su alcance con tal de
satisfacer sus efímeras vanidades o acumular riqueza
devastando bosques, contaminando ríos y mares,
matando animales raros y usando todo tipo de tóxicos
aunque a la belleza natural la conviertan en escenario
fúnebre para todos. Para ellos, incendiarios de rencores y
ambiciones desmedidas, la existencia sólo vale si se
acomoda a sus desviados y oscuros conceptos de
progreso y libertad, si sólo les beneficia en sí.
Esas personas impías cubren lo atroz de sus
verdaderos rostros con máscaras, para engañar a quienes
no son de su grupo; tal vez el infierno ya está en nuestro
planeta, a pesar de todo el empeño y amor que ponen
contra eso las personas buenas. Nuestro planeta se
entrega generoso cada día para todos, sin excepción, y
cuando los buenos denuncian las maldades cometidas son
los malos jueces y autoridades que no cumplen su
obligación y permiten tales abusos y crímenes, que
llegado el momento afectarán a todos, absolutamente a
todos. Así, esos demonios llenos de poder, que corrompen
con su riqueza, andan sueltos, como monstruos
sanguinarios y arrasadores, a los que sólo les falta
privatizar el aire, sin querer darse cuenta que también
serán víctimas.
Insto a todos para que nos unamos con fe, coraje y
fraternidad para luchar por nuestro planeta Tierra.
Varenka de Fátima e Guillerme Bazán
segunda-feira, 23 de março de 2026
Poesia - Mamãe
Mamãe
Eu posso entender sua fala embolada
Seus olhos em minha direção
Transformando sua vida sem pressa
Outrora vigorosa e bela
Além do entusiasmo de viver
Olha para mim e para sua boca
Com calma empostando a voz
vamos vencendo cada dia.
Poesia- Água
Esta tudo normal
Tudo normal
Nuvens bordaram o céu
Dentro da normalidade sumiram
Escureceu o céu abrindo
Jogando com abundancia água
Não é inverno, não senhor
Fui o homem que misturou
Suas ganancias com às estações do ano
Água é vida, não é propriedade de um homem
Muita água para todos, seus morcegos
domingo, 22 de março de 2026
Prece.
PRECE
Meu Deus dai-me um bom dia
obrigada,Senhor
Dai-me forças para seguir minha missão,
com serenidade,compreensão e humildade,
com amor e saúde e tranqüilidade para,
aceitar os infortúnios neste caminho
obrigada,Senhor
Por ,meu pai e minha mãe
que lutaram em contínua honestidade
em função de uma família plena
obrigada, Senhor,
pelas minhas queridas irmãs,
pelos amigos sinceros,
pelo nosso povo corajoso,
pelos que lutam pela paz,
obrigado,Senhor,
por todos que plantam uma arvore,
por todos que fazem caridades
Obrigada Senhor
Gosto de ser mulher.
Eu posso fazer de mim o que quero, tenhos tecnicas de maquilagem mas gosto de ser mulher porque nassi do sexo feminino e, sou mulher de verdade.
sexta-feira, 20 de março de 2026
Poesia sem a letra L
SEM A LETRA "L"
Sou diferente
café com banana
água na boca torresmo
ouço a carimbamba
misturo todas às cores
pinto com mão esquerda
canto ma me mi mo mu
viro um pavão para poetas
não guardo moedas
o sol meu camarada
a lua com São Jorge
meu mar é vid
no palco não me vejo
na praça seguro o rebolado
ouço os pássaros
gosto muito de bonecas
uma peça: Álbum de Família
um filme: Doutor Jivago
um escritor: Máximo Gorki
meu heroí, meu pai
heroína, minha mãe
um romance: Varenka.
Poesia - Identidade
A minha identidade é colorida
O nome Russo o padre não quis batizar
Foi instalada a confusão na igreja
A minha digital com linhas tortas
Nos tropeços da vida
Que não se perdem
Fixadas no mesmo lugar
Na minha radiografia
O olhar penetrante e fixo
Para encontrar a alma do outro
Em qualquer direção
A minha pele resiste ao tempo
Revelando certa jovialidade
Sente e tece um aroma
Mas, a minha identificação
Esta explícita na alma
Na imperfeição da impressão
Como uma borboleta a voar por várias estradas
A pousar em tantos jardins...
Desenhando... Pintando...Escrevendo...Dançando
Cuidado!...Com as asas me defendo.
Varenka de Fátima
quinta-feira, 19 de março de 2026
Quando penso em dançar
Tenho pensado muito, cabeça foi feita para pensar
Mas quando penso para dançar, jogo as roupas na cama,
Como não sigo regras escolho a melhor para os passos
Com a Dança do Ventre é diferente, a roupa segue os padrões da dança
E, fico pensando, vou dançar para mim
Vivas! Para os que tem a coragem de serem o que são mesmo.
quarta-feira, 18 de março de 2026
O tempo dançando
O tempo dançado
Não sei que tempo estou vivendo
Os dias temperados com sol, chuva
Pessoas andam apressadas
Atropelam uns entre outros
O respeito foi para outro planeta
Não existe amizade prova tirada
Tem que chorar ingulir às lágrimas
Mostrando ser uma fortaleza
Teja do lado certo para não pagar mico
Viver cada minuto como se fosse eterno
Varenka de Fátima Araújo
Varvara, Venka, Varenka
Em que tempo viverei
Uma história sem dor
Sem ter que ser uma guerreira
Não sei do caminho que não faça atalho
Porque os brutos estão sempre a espreita
Tenho que gritar que esse faudario me rasga
Tenho andado só entre os loucos e pobres
Os ricos me oprimem com falso poder
Tenho todas as artes que salvam
Na pintura esqueço de todos
No teatro sou maldita jugi para poesia
Na dança é a minha alegria de viver
Que sou eu Varvara , Venka , Varenka
Uns homens são diferntes
O homem é um animal
Dorme, sem sonho, oh na calçada
Oh, na cidade de dia
O céu escuro, noite vagando
No vazio dos holofotes faz malabarismo
Sorrindo do problema
Sozinho sem amor, sem estrela
Sem pão, só existe a fome
Por traição por outros homens
Que espalham mais crueldades
Homens que viraram mostros
Que elimina um para refeição
Esquarteja para calar uma multidão
Pois sim, espalhando ódio
Com sacarmo, venha nós
Uns homens são bichos.
sábado, 14 de março de 2026
Sonho de outono
Sonho de outono
Nuvens brancas esfumaçada
Lá no céu uma tartaruga
Era as nuvens pintando
Fiquei com o olhar fixo
Foi formando outro desenho
Uma ponba que espetáculo
De noite as estrelas me guiam
Sem estrela vem um temporal
Enquanto brilham vários rabiscos
Oh! Céu que me encanta
A natureza nos presenteia , divina!!!!
Varenka De Fátima Araújo
sexta-feira, 13 de março de 2026
Maquilagem de Varenka
Parece comigo
Fiz essa mauilqgem em mim
Já que sei os truques de maquilagem
na arte é preciso surpreender.
quinta-feira, 12 de março de 2026
Um pouco de um bom tempo
Dueto - Nossa Andanças de Miguel Jáco e Varenka
Se queres duelar comigo devo me apresentar,
É que não sou exemplar no texto por encomenda,
Espero que não se ofenda pelo meu jeito de falar,
Acho uma complicação no texto a unificação.
Mais terei muito prazer em fazer uma junção,/
Escrevendo a situação dos nossos dias de hoje,/
Em que somos acuados por todo mundo assolados,/
Com tantas contradições parecem até punições.//
As enchentes no nordeste, as secas aqui no Sul,/
Ainda temos as pestes deste mosquito maluco,/
Matando a sociedade, e arrasando com tudo.//
Depositemos nossa fé neste pleito eleitoral,/
E escolhamos com critério eliminando o mal,/
Elegendo governantes do mais nobre cabedal.//
Miguel Jacó
Não quero duelar contigo pode se apresentar
Sei que não faz texto por encomenda
Não me ofendes pelo teu jeito de falar
Todo texto tem complicação com a rima
O prazer é todo meu em fazer uma junção
Explicando a situação dos nossos dias de hoje
Em que somos isolados por todo mundo assolados
Com tanta incoerência parece até castigo
As enchentes no nordeste,as secas aqui no sul
Ainda aparece o mosquito e quase me mata
Sofri e a sociedade,o mosquito é um danado
Teremos de termos fé neste pleito eleitoral
E escolhemos acertadamente acabando com o mal
Elegendo governantes da mais nobre nível
Varenka
Varenka de Fátima
OBS: Esse dueto fizemos na pandemia.
quarta-feira, 11 de março de 2026
Os sonhos
Os sonhos dormem
Não lembramos nada
Um mundo desumano
Tantas guerras, desilusão
O desamor comanda
Vamos encolhendo
A delicadeza passa longe
E a vida segue veloz




