sábado, 7 de novembro de 2026
Quando olho pela janela
Quando olho pela janela
quinta-feira, 29 de outubro de 2026
Ao meu escritor predileto
Máximo Gorki
Ao meu escritor predileto,
Quando estava lendo o romance de sua autoria "Varenka Olessova", senti uma enorme adoração por tua escrita e, um orgulho misturado com dor por tua biografia.
Amargo, muito amarga foi tua vida, apesar de ter vivido no século XX, foste marcada pela história. O regime da Russia foi o culpado por tua amargura.
A tua avó o meu respeito por ser humilde, que dançava ao som de todos ritmos, colhendo na feira no final do dia, frutos, verduras do chão, juntamente com o pequeno Gorki para fazer uma refeição. Quando tua mãe Varvara faleceu, uma nuvem negra cobriu teu rosto, ainda criança foste trabalhar para o sustento, nada mudava, resolveste correr o mundo, misturado com gente que vivia à margem da sociedade.
Cada desilusão um aprendizado, foi com um cozinheiro de um navio que te forneceu livros, devorador de todo tipo de escrita, foste um escritor autodidata. Não te aceitaram em uma vaga na Universidade que almejaste com fervor.
Ao voltar para tua cidade natal, a fome te devorava, sem um emprego. A fome causadora de tantos danos, foi a mais cruel perseguição em sua vida, tentaste com um tiro no peito tirar tua vida, era o desespero da dor flertando com a loucura. Foi salvo para fazer história, começa a escrever, publica contos, romances.
Como não tinhas outra escolha estuda Max e segue Lênin, uma desavença, começa tuas andanças, não aceito nos Estados Unidos.
Consegue permanência para ficar na Espanha, funda uma grupo especialista em politica, escreve o romance " A Mãe " escreve muito, seus personagens são bêbados, moradores de rua,gente que ele conviveu, sua escrita é linear, atual e, apaixonante.
Voltaste pra Russia, onde foi preso, escreveste para o teatro a peça "Pequenos Burgueses", sendo encenado naquela época com exito. Foi solto por pressões de vários amigos influentes.
Exerceste várias nobres profissões como: vendedor, pintor, pescador, marinheiro,escritor de um jornal,e, desenhava.
Dizem que Stalin foi seu algos, mandando envenená-ló, uma horrorosa sentença para quem não teve nenhuma ajuda do seu país, foste um herói. Mas, o seu engajamento na política era uma ameça aos que estavam no poder.
Acredito, meu amado Gorki, onde quer que estejas, deve estrar sangrando de tanto padecimento de todos os humildes.
Os países sempre estiveram dividido, sempre em comunismo e capitalismo.
O comunismo foi extinto. Atualmente o capitalismo é o todo poderoso.
Aqui não consigo entender, esquerda, direita vou ver, direita e, esquerda, não conseguem avançar. Se aparecer outra alternativa, daqui cem anos, não estarei na terra.
Meu eterno e, imortal escritor
Varenka De Fátima Araújo Ver menos
Varenka De Fátima Araújo
Modelo
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Mini conto
Joana, cuidado Ivone não manifeste seu voto, porque como diz ele e secreto.
Ivone é lamentável como pessoas são violentas e se dizem que aqui é democrácia.
Joana, será que sabem o que é realmente democrácia.
sexta-feira, 16 de outubro de 2026
Meus professores em minha exposição

sábado, 19 de setembro de 2026
Vigiano
Mas eu sempre vigiando
ao pôr da tarde
olhos fechados serenos
mil e uma estrelinhas
piscavam como vaga lumes
subiam como foguetes
em suplica ao Senhor
perdoa meus pecados
mudei a oração
piedade para os tratantes
piedade para os que não sabem
para os traídores
dos cidadãos canalhas
como manda a tradição do brinquedo
de olhos abertos
uma nuvem pretinha
com ela se foi meu sorriso
ouvi Bach e sua " Ave Maria"
Varenka De Fátima Araújo
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Para Olga Amazonas
Eu te saúdo, Olga Amazonas.
Jovem sedutora!
As tuas pernas torneadas
Podem alcançar vitorias
E vais, e vais , com o sangue quente
Nas quadras com coragem
Com uma voz grave
Com os olhos brilhantes
Na vastidão do horizonte
Ei la com uma medalha de ouro
O teu nome tem cores vibrantes
Uma vate que prefere outra medalha
Se este é teu querer
Na minha fé, imprimo na minha alma
O teu nome.
Varenka de Fátima Araújo
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Pedra
Desci bem fundo
tinha uma pedra
não tinha a idade
ela podia desvendar
o mistério do mundo
cada pedra pode um dia
indicar os anos da Terra
às pedras ficam fixas
no mesmo lugar por séculos
jogar no meio do caminho
pode voltar com a mesma força
se alojam em seu rim, vesícula
intestino e caminham com dores
e, trocam pedras com a elite
eles ficam com noventa mil reis
enviam um real para você
que acredita que o novo vai mudar
e mudam para eles
mas para muitos nada muda
a história é um circulo
que se repete
mudando só às ferramentas
nada mudará sem sua partilha
duas pedras, uma é para você
precisamos de muitas pedras
para repartirmos com os outros.
Varenka de Fátima Araújo
Perdida no meu labirinto
Perdida em meu labirinto
estou voltada para mim mesmo
com uma fiel escudeira
vou me apoiando contra o vento
o tempo já não me consome
mas tenho uma vontade de viver
não estou preocupada com o futuro
tenho muita linha para tescer
meus olhos já não se molham em lágrimas
o original já está apagado
cada liçãozinha passa a linha
não ficarei com uma medida curta
este momento já não existe.
Acróstico
Francisco Chagas
Falavas seis idiomas
Realmente tinhas a missão de ser pai
Adeus ao convento
Não falas do passado
Convicto de que fora a melhor escolha
Inteiramente dedicado à família
Sempre solicitado por todos
Com diplomacia ganhavas um batalhão
O amor incondicional pelos filhos
Cantavas para exaltar o amor
Honras teus compromissos
Amigo e fiel companheiro
Ganhaste um troféu por seres campeão de xadrez
Agradeço ao meu querido pai
Sempre amado por todos Chaguinha
Olhos de Chaguinhas
Olho grandres
da côr negra
olho no olho
para dizer a verdade
por horas intenso
outros momentos suaves
aquele último olhar
ficou gravado em mim
jamais esquecerei
porque foi um adeus.
Ódio
Um homem anda blasfemando
Feito um hipócrita selvagem
Não sabe destingir sentimentos
Está sua mente cravejada de ódio
O mais vil e poderoso destruidor
Que faz um homem matar outros
Sem compaixão, não tem clemência
Tem momentos fala o nome de Deus
Em outra dimensão estar Deus, nada haver
Fala mal da sua Pátria, mente sem dó
Vive no inferno sem salvação..
Que busca....
Se tudo é disputa
em busca do nada
o olho e a barriga
aumentaram de inveja
soprando fúria
o velho gosto soberbo
a terra é testemunha
de quantos engolidos
não me juguem
não sou desvairada
tantos com muito
outros com pouco
todos nascem iguais
mera ilusão
tudo fora do lugar
cristais tocando
não existe um som, só tristeza
domingo, 13 de setembro de 2026
Pintura minha
Uma pintura minha gosto de buscar novas tecnicas, peguei um compensado de colocar em teto e pintei com caneta.
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Caminhando vamos com cuidado
A vida é boa é só andar com cuidado
tem uns homens que faz tudo por dinheiro
sabem mentires que o rosto não fica vernelho
não pensam que o dinheiro não compra a morte
que ironia do destino não sabem nada
viemos sem a data da partida.
sábado, 5 de setembro de 2026
A chuva
A chuva estava forte e o vento,
Arastavam tudo como um furacão
A água escura levava a sujeito
Que os humanos jogavam ao léo
Um papel tinha uma linha com mentiras
Mentira, mentira, nem todos tem cerebro
Para destinguires uma mentira da verdade
A chuva arrrastava como levessem às mentes sujas.
Varenka de Fátima Araújo
Um novelo
Um novelo
Puxando a linha do novelo
Vinha rápido mudando de direção
Como um labirinto sem controle
Arrastando no pó do chão
Fazendo uma revolução sem dó
Um maranhado sem melancolia
Partindo o lado direito com força
Linhas no chão fortes rumo a esquerda
Tentavam puxar das mãos suadas
Com força para se libertarem da confusão
Varenka de Fátima Araújo
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Futuro Reitor e escritor








