Para Alfred Asís
Mestre.
do chile
com destreza nutre
com letras de jubile
amado por muitos poetas
por seus feitos
que postas
perfeitos
Varenka De Fátima Araújo
Para Alfred Asís
Mestre.
do chile
com destreza nutre
com letras de jubile
amado por muitos poetas
por seus feitos
que postas
perfeitos
Varenka De Fátima Araújo
O cerébro comanda
o olho mira em váarias direções
às mãos executam
elas são importantes
por serem capazes de tudo.
Pais criem seus filhos para o mundo
Dando educação com limites
Com amor moderado
Mostrem o respeito pelos mais velhos
Para com a natureza e animais
Senão o mundo que rola como uma roleta russa
Ensinará de um modo cruel
Filhos não são propriedades dos seus genitores
Todos estão aqui para evolírem, são do mundo.
Se foi um tempo bom
na rua de São Pedro
que não estava lá
outros santos estavam espostos
São Paulo, Padre Cícero,
Nossa Senhora das Dores
pessoas se cumprimentavam
não maltravavam os animis
respeitavam os mais velhos
o sino badalava em silêncio o sinal da cruz
Ave Maria está tudo mudado hoje.
Primeiro namorado, não sei. Eu queria um namorado como " O vento levou". Muito jovem,era um olhar platônico, mão na mão , bilhetes,acenos. Um avisou " Aquele seu namorado estava nu com outro no carro". Ele não é meu namorado já foi. Jamais comentei com ele, já entendia que ele amava outro, respeito é bom e, eu gosto. Sim,tenho amigos gay,sim, senhores desenformados. Detalhe gosto de homens que me seduzem, de personalidades marcantes, destemidos e românticos.
Fios
cor se esvaece
achar a parte
que diz mais de você
alcance os montes
separar os fios
o retrato que fale
um pouco de cola
fios para posteridade.
Mulher puritana
Andava toda composta
Vestido de mangas longas
Rodado até os pés
Por vezes o fru fru balançava
Virava o rosto para o pecado
O mesmo morava em seu corpo
Levantava o vestido
No escuro sem calcinhas
De dia era pura
De noite a gostosa
Era tão ordinária
Tudo por muito dinheiro
Duas caras
Duas posturas
Gentileza gera gentileza
Ontem passei na venda de frutas, a moça de cor escura falou, e aí baby.
Respondi, baby é vc que é jovem e bonita, seu sorriso contagiante, valeu por toda dia.
Sem título
Virou o mundo
o céu celestial
bateu a porta
burlou o bau
limpo sem dinheiro
esfoliou uma parede
correu estonteado
não existe outro lugar
pedras não movem
fixas com seu peso
ele não é o mesmo
mudou o anel por uma piada
sabichão sem garra
aponta o lugar da salvação
não existe nas estrelas
o mar engoliu os mistérios
escafedeu entre às ondas
ficou o pôr do sol
nos olhos de cor de mel
Fora de cena
Ficar fora de cena, é apagar a luz e a escuridão tomar conta do corpo com o esquecimento.
Varenka de Fátima Araújo
Não adianta reclamar
Tudo está muito doido
Embarque se quiser
Faça o melhor para todos
Uma parcela de certo modo
Pode fazer a diferença
Estou quase parando, estou pasma
Continua olhando em todas direções
Varenka de Fátima Araújo
Senhor, criador do Universo
Num mundo onde comanda a corrupção
por todos os soberbos, egoístas
que sabem o que fazem
mostre lhes o caminho honesto, pela paz
Senhor, um basta
para acabarem com às guerras,
ódios, carnificinas
Leve a paz, aos que vivem
ao léu, à margem da sociedade
aos problemáticos pela decadência,
que não sabem afastarem o azar da sorte
Senhor, mostre o caminho
para os jovens desorientados
totalmente sem rumo
filhos que são ciados
para serem o orgulho da Pátria
Senhor, eu peço PAZ.
Artes são a salvação...Todos somos dotados em desenvolver uma arte...Cante como um pássaro... Toque em uma lata... Dance como um pavão...Imite uma pessoa que goste... Com um lápis risque em várias movimentos...Tudo começa com Arte... Desenvolva seu talento na escola de artes...Para ser um artista com técnicas...Ei,sou Ofélia flutuando no rio...No silêncio por amor morta... Não, sou um pouco de todas às Deusas...Em cada passagem por uma arte fui salva....Desci ao inferna suas chamas não me queimaram....Voei em um cavalo no circo... Uma breve brisa de alegria em meu rosto...Serei um dia confinada em torre....E cantarei, A ARTE MOVI O MUNDO...O dinheiro é pintado arte em pintura... ARTE SALVA.
Eu ando na rua sozinha a decissão é minha,
Lá vai eu catarorolando baixinho, a rua não tinha saída parei.
Com os pensamentos parados por uns segundos e, voltei sem afobação, o tempo estava ao meu favor.
Já em outra rua tinha pessoas muito iguais, muitos cachorros, uns abadonados andando sem rumo, uns homens são mesmo crueis, já não se importam com o abadono.
Continui, porque a rua também é minha, na rua tem de tudo.
Parei numa pequena casa de verdura, o rapaz estava descascando aipim. perguntei ao rapaz, para que serve, ele respondeu para fazer bolo, cozico, para comprar e da de presente, para dar os outro e, aí sorrimos, sabemos que nada é de graça, por aqui é capitalismo.