quarta-feira, 18 de março de 2026

Varvara, Venka, Varenka

 Em que tempo viverei

Uma história sem dor

Sem ter que ser uma guerreira

Não  sei do  caminho que não faça atalho

Porque os brutos estão sempre a espreita

Tenho que gritar que esse faudario me rasga

Tenho andado só entre os loucos e pobres

Os ricos me oprimem com falso poder

Tenho todas as artes que salvam

Na pintura esqueço de todos

No teatro sou maldita jugi para poesia

Na dança é a minha alegria de viver

Que sou eu Varvara , Venka , Varenka


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