Em que tempo viverei
Uma história sem dor
Sem ter que ser uma guerreira
Não sei do caminho que não faça atalho
Porque os brutos estão sempre a espreita
Tenho que gritar que esse faudario me rasga
Tenho andado só entre os loucos e pobres
Os ricos me oprimem com falso poder
Tenho todas as artes que salvam
Na pintura esqueço de todos
No teatro sou maldita jugi para poesia
Na dança é a minha alegria de viver
Que sou eu Varvara , Venka , Varenka




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