três vezes não
basta duas
entenda a lição
Não sei viver sem mim
Mesmo com todo perigo
Vivo comigo não posso viver sem mim
Bem presa da cabeça aos pés
Mesmo com toda dor que vem
Com o meu triste entardecer
Guardo um amor tão tarde
A vida me modelou com garras
Para renascer todos os dias
Das dores do parto fui valente
Se fui enganada foi livramento
Vida que eu quer viver
Andei por uma floresta
A lua me guiava
Não me perdi
Ao voltar para casa
Senti tanta como podia ser o humana
Para trás homens invejosos
Por vezes abro a janela não me contento
Para a rua e sinto o quanto é doloroso
Então, paro e meu amigo me pergunta
Porque aquele maltrapilho jogou o café que deram
Rapaz, este é o reflexo do capitalismo
O homem está destruindo seu irmão
O que vale é o dinheiro
Sabe, um dia deste estava em um consultório
Esperando minha vez de ser chamada pelo médico
Gritei , quem quer dinheiro
Todos gritaram formando um coro, eu
O médico apareceu e eu
Viu, você vale por o que possui e o dinheiro conta e muito
Hum.. eu vou é andar que faz bem o corpo.
Hoje, sei que posso
Sabe que eu posso
Posso quase tudo, não sou uma Deusa
Sou imortal na literatura
E como venci uma dor que me pesseguia quase no topo
Muito tempo lutei., gritei, dancei, segui passo a passo.
Vencedora não, lutadora até quando o meu mundo se torna nada.
Danço e, dance, dance no compasso da dança.
Olga começou a escrever em meu sarau Varvara e foi editado uma poesia sua no livro do Sarau.
Começa sua carreira com um romance muito orgulho e Sucesso
Eu cantarei um dia de vitória
Por uns termos saldarei os guerreiros
Que abateram os invejosos e caluniosos
Exaltarei o que fez mais pelo povo
Que jamais volte os gananciosos falsos patriotas
Que eu cante o hino de amor e irmandade .
Recebi o certificado através do Presidente Marvin Geovanny da Asociación Universales, APEU com parceria com a Presidente Léa Lu do Brasil.
Vai chegando
Vamos esperar com esperança
Vem chegando com pouca mudanças
A luz do sol, o mar e a terra irão brilhar
Que vem bater em nossas faces
Sem muita pressa , para presenciar uma novo tempo
Com a certeza que a vida é uma dadiva
Vamos saldar para melhorar os dias.
Como a doçura de uma criança
Boas Festas meus amigos
Um ano findando
Como suspirar e gritar
A tristeza por dor de perdas
Da minha mãe e o mundo
Sem paz, lembranças já são mortas
Que vem venha um novo ano
Com esperança de melhores dias.
Quando sento na cadeira para pensar positivo é um exercício, lá fora está medonho, em casa pode ter mais tranquilidade, uns homens mudaram o mundo.
Mas, para isso é preciso melhorar esse quadro devastador é preciso união e amar o próximo.
Pelas bandas de cá
O céu abriu iluminando uma parte, o som grave vibra como o trovão, muita água como um pressagio que vai continuar.
O resto das bandas de um país que um dia foi farto e desejado, está endoidado.
Não consigo entender o que querem para cada vida, uns deslumbrados, outros enfurecidos, uma parte querendo o quê na Net.
Não se sabe se é mentira ou verdade, limitados.
Vovó sempre desenhou, não se mete a colher onde não pode.
Será que nada vai mudar , estou vendo tudo trocado, será que às cabeças pararam de pensar, ou, é o assunto que pregam em páginas distorcidas, ei, ei, tudo pirado, mas por dinheiro.
Já morei bem, não sei, já que os dentes estão lacrados ,luvas, distanciamento.
Para Marte não se pode fugir.
O sapo não lava o pé, não lava a consciência. Então uns não acreditam no estranho aumento de enfermos.
O planeta mostrou a lição, cri, cri, cri, não acreditam, a mulher limpou o sapo, deu banho.
A cobra se engole o sapo, ele destila um gel, perdida a cobra joga o sapo que segue em pulos limpando a podridão do ar, insetos não expelem ódio, o sapo papa.
Na lagoa os sapos pulam embriagam os olhos de quem gosta.
Cuidado a cobra é traiçoeira, venenosa e mata, cri, cri, cri, estabum, estabum.