
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
terça-feira, 21 de agosto de 2018
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Sensações
Sensações de apuros
no fundo do abismo
não chorarei, não chorei
antes devo pedir perdão
não quero o céu
não quero morrer
a vida que Deus me deu
que vale uma lembrança
meu momento é viver
lá se esconde um pouco de loucura
mais um gozo de um amor
que a face não mostra
cobrindo minha visão
erguendo deste turbilhão de escuro
calada ouvi o cântico
uma palavra de salvação.
Varenka De Fátima Araújo
no fundo do abismo
não chorarei, não chorei
antes devo pedir perdão
não quero o céu
não quero morrer
a vida que Deus me deu
que vale uma lembrança
meu momento é viver
lá se esconde um pouco de loucura
mais um gozo de um amor
que a face não mostra
cobrindo minha visão
erguendo deste turbilhão de escuro
calada ouvi o cântico
uma palavra de salvação.
Varenka De Fátima Araújo
O que vejo
O que vejo
homens no meio do caminho
velozes, possantes, intocáveis
à terra, o mar, podem sucumbirem
sem ofensas, sem direção
casos estranhos
da sábia história
o céu para, estrelas apagam
não haverá exposição
sobra o nada.
Varenka de Fátima Araújo
homens no meio do caminho
velozes, possantes, intocáveis
à terra, o mar, podem sucumbirem
sem ofensas, sem direção
casos estranhos
da sábia história
o céu para, estrelas apagam
não haverá exposição
sobra o nada.
Varenka de Fátima Araújo
sábado, 18 de agosto de 2018
Pernas
Aqui embaixo da linha do Equador
mostrei com toda luta
muito mais que a cantora Madonna
não fiz plástica, dancei desenhando
com minhas pernas sem meias finas
não tenho sabença no canto
mas, no passo da dança estou
me superando sem delongas.
Varenka de Fátima Araújo

mostrei com toda luta
muito mais que a cantora Madonna
não fiz plástica, dancei desenhando
com minhas pernas sem meias finas
não tenho sabença no canto
mas, no passo da dança estou
me superando sem delongas.
Varenka de Fátima Araújo

Café
O bule de café
no fogão
soprando a teste
um cheiro
outras coisas esquecidas
Varenka De Fátima Araújo
no fogão
soprando a teste
um cheiro
outras coisas esquecidas
Varenka De Fátima Araújo
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
PAZ
Pela paz
Criador do Universo
Recorro ao Senhor criador
Mostra aos ganancioso
Que geram miséria, escárnio
O caminho da paz
Acompanhando toda vida
Senhor, criador do Mundo
Para os materialistas, exibicionistas
Indica uma luz de fraternidade
No mundo do ódio das raças
De cores amarelas, negras, brancas, morenas
Mais união pela paz
Senhor criador, sei que tudo pode
Em seu nome, creio
Acene que cessem às guerras
Que o genocídio seja banido
Mande urgente PAZ
Obrigada senhor criador
Por existirem poetas da Paz.
Varenka de Fátima Araújo
Criador do Universo
Recorro ao Senhor criador
Mostra aos ganancioso
Que geram miséria, escárnio
O caminho da paz
Acompanhando toda vida
Senhor, criador do Mundo
Para os materialistas, exibicionistas
Indica uma luz de fraternidade
No mundo do ódio das raças
De cores amarelas, negras, brancas, morenas
Mais união pela paz
Senhor criador, sei que tudo pode
Em seu nome, creio
Acene que cessem às guerras
Que o genocídio seja banido
Mande urgente PAZ
Obrigada senhor criador
Por existirem poetas da Paz.
Varenka de Fátima Araújo
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Pai, avô
"Avohai"
Aqui, papai
Professor para viver
Sem ter mesa farta
Eu fui a felizarda
Colocava seu parco prato
Eu devorava sua carne
Mas está em outro plano
Sonhos misturado com lembranças
Em todos meus apuros
Em sonho aparece
Pai e avô dedicado
Varenka De Fátima Araújo

Aqui, papai
Professor para viver
Sem ter mesa farta
Eu fui a felizarda
Colocava seu parco prato
Eu devorava sua carne
Mas está em outro plano
Sonhos misturado com lembranças
Em todos meus apuros
Em sonho aparece
Pai e avô dedicado
Varenka De Fátima Araújo

sábado, 11 de agosto de 2018
Suplica
Suplica
Não mostrarei os meus calos
Meu andar vacilante
Do triste olhar
Meu caro senhor
Basta tantos mendigos perambulando
Do pobre sem o saber
Das crianças pendintes
Do trabalhador procurando
Dos mesquinhos desfrutando os frutos
Dos traídos dedilhando
Dos engravatados mostrando o ladrilho
A carapuça pega.
Varenka de Fátima Araújo
Não mostrarei os meus calos
Meu andar vacilante
Do triste olhar
Meu caro senhor
Basta tantos mendigos perambulando
Do pobre sem o saber
Das crianças pendintes
Do trabalhador procurando
Dos mesquinhos desfrutando os frutos
Dos traídos dedilhando
Dos engravatados mostrando o ladrilho
A carapuça pega.
Varenka de Fátima Araújo
Vida, não ao aborto
Vida, não ao aborto
Viva a lei da natureza
Eu bem sei, fui a escolhida
Os embriões procuram um lar
São anjos cumprindo missões
Por mistérios ocultam virão
Fugo das leis de uns homens
Das pílulas fabricadas para expelirem
Dos bisturis provocando os abortos
E mil outras pancada certeiras
Canto, canto o mal esmagador
Canto, enaltecendo à vida
Com esse orgulho de mulher
Eu honrei o juramento
Com um voto imortal: VIDA.
Varenka de Fátima Araújo
Viva a lei da natureza
Eu bem sei, fui a escolhida
Os embriões procuram um lar
São anjos cumprindo missões
Por mistérios ocultam virão
Fugo das leis de uns homens
Das pílulas fabricadas para expelirem
Dos bisturis provocando os abortos
E mil outras pancada certeiras
Canto, canto o mal esmagador
Canto, enaltecendo à vida
Com esse orgulho de mulher
Eu honrei o juramento
Com um voto imortal: VIDA.
Varenka de Fátima Araújo
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Salva
Eu sei que envolta das pancadas
de todas horas não haverá luto
em todas batalhas grito
Felipe II da Macedônia
apunhalado foi um vencedor
Marcos Polo meu inspirador
Aristóteles com o seu licue
falta faz escolas para os meninos
Então a fantasia é como um sonho perdido.

de todas horas não haverá luto
em todas batalhas grito
Felipe II da Macedônia
apunhalado foi um vencedor
Marcos Polo meu inspirador
Aristóteles com o seu licue
falta faz escolas para os meninos
Então a fantasia é como um sonho perdido.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Nordeste
Neste Nordeste onde tudo começou
Cá no Brasil muito rico
Vejo o Nordeste fascinante
Mostrando história por todo caminho
Em cada Estado são escadas
Com tapetes de tons verdes
Em cada hachuras um remendo
É preciso que todo país
Em união vença para o nosso porvir.
Varenka de Fátima Araújo.
Cá no Brasil muito rico
Vejo o Nordeste fascinante
Mostrando história por todo caminho
Em cada Estado são escadas
Com tapetes de tons verdes
Em cada hachuras um remendo
É preciso que todo país
Em união vença para o nosso porvir.
Varenka de Fátima Araújo.
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Aprendendo andar
Apoiada no andador
Eu giro, em vários pontos
Varro o espaço com calma
Os olhos fixa no chão
Não pinto o horizonte
Ainda tenho dias longos
Noites desconhecidas
Nesta manhã, doce esperança
Meu cérebro registra
Todos os exercício feitos
O ritmo leve como uma valsa
Com pernas firmes
Meu corpo não está perdido.
Varenka de Fátima Araújo
Eu giro, em vários pontos
Varro o espaço com calma
Os olhos fixa no chão
Não pinto o horizonte
Ainda tenho dias longos
Noites desconhecidas
Nesta manhã, doce esperança
Meu cérebro registra
Todos os exercício feitos
O ritmo leve como uma valsa
Com pernas firmes
Meu corpo não está perdido.
Varenka de Fátima Araújo
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
sábado, 4 de agosto de 2018
O Mundo dividido
É duro, é pouco ainda este meu sofrer
O mundo está dividido
Desci ao inferno, parada ente os dois mundos
Em volta uns anjos como Lúcifer
E vem depois, velha, vc foi a culpada, não presta mais...
Calada sufocava à dor e o tormento
Anjos, demônios querendo que eu sucubisse
Vislumbrava o Xerxes à caminho de roma
Alexandre " O grande" conquistando o mundo antigo
E o mapa do Nordeste era o mais valoroso.
Varenka de Fátima Araújo
O mundo está dividido
Desci ao inferno, parada ente os dois mundos
Em volta uns anjos como Lúcifer
E vem depois, velha, vc foi a culpada, não presta mais...
Calada sufocava à dor e o tormento
Anjos, demônios querendo que eu sucubisse
Vislumbrava o Xerxes à caminho de roma
Alexandre " O grande" conquistando o mundo antigo
E o mapa do Nordeste era o mais valoroso.
Varenka de Fátima Araújo
domingo, 15 de julho de 2018
Adeus
Adeus
Porque não posso agora
Olhos negros com paixão
Da janela mando um bilhete
No retorno uma verdade em silêncio
Depois mais nada ali, meu querido
Nunca conheci suas verdades
Adeus como uma morte
É para magoar mesmo
Depois um adeus meu caro
É como areia cobrindo um corpo
Quem manda no pranto?
Adeus, pra nunca mais, meu bem.
Varenka de Fátima Araújo
Porque não posso agora
Olhos negros com paixão
Da janela mando um bilhete
No retorno uma verdade em silêncio
Depois mais nada ali, meu querido
Nunca conheci suas verdades
Adeus como uma morte
É para magoar mesmo
Depois um adeus meu caro
É como areia cobrindo um corpo
Quem manda no pranto?
Adeus, pra nunca mais, meu bem.
Varenka de Fátima Araújo
Escuridão da mente
Escuridão da mente
Ouvir um barulho na cabeça
Como se fosse tambores em bombardeio
Ou sinos com seus embates fúnebres
A mente não resgata a surdez
Os sons vão sumindo como às cores
E vai apertando à mente com penas angústias
Vai arrastando para o inferno terrestre
Por inteiro com os sonhos em pedaços
É grande, grande esses sons ensurdecedores
A piedades de uns homens é ipocrisia
Talvez a voz da louca emudeça
Será a mordaça de uma falante.
Varenka De Fátima Araújo
Ouvir um barulho na cabeça
Como se fosse tambores em bombardeio
Ou sinos com seus embates fúnebres
A mente não resgata a surdez
Os sons vão sumindo como às cores
E vai apertando à mente com penas angústias
Vai arrastando para o inferno terrestre
Por inteiro com os sonhos em pedaços
É grande, grande esses sons ensurdecedores
A piedades de uns homens é ipocrisia
Talvez a voz da louca emudeça
Será a mordaça de uma falante.
Varenka De Fátima Araújo
terça-feira, 10 de julho de 2018
Noite.
Noite.
Quando o sol fecha a porta
Nas nuvens tintas mornas
E assim mais tarde todos recolhidos
Sem um canto de ternura
Das janelas com grades
Uma abertura do escuro da noite
Lá onde não existe um véu agitado
Onde o gélido coração estremece
Diante das figuras passantes
Os sons de latas vazias
O vento dar seu ar de graça
Que congelam os que estão na calçadas
O amor para uns como roleta Russa,
Para outros, sentimento eterno
E, o meu corpo já não consegue erguer
Meus versos são pingos no deserto.
Varenka de Fátima Araújo
Quando o sol fecha a porta
Nas nuvens tintas mornas
E assim mais tarde todos recolhidos
Sem um canto de ternura
Das janelas com grades
Uma abertura do escuro da noite
Lá onde não existe um véu agitado
Onde o gélido coração estremece
Diante das figuras passantes
Os sons de latas vazias
O vento dar seu ar de graça
Que congelam os que estão na calçadas
O amor para uns como roleta Russa,
Para outros, sentimento eterno
E, o meu corpo já não consegue erguer
Meus versos são pingos no deserto.
Varenka de Fátima Araújo
sexta-feira, 6 de julho de 2018
segunda-feira, 2 de julho de 2018
O céu mais azul
O céu ao natural é belo!
Passou um gavião de ouro
Não é, talvez seja um jatinho
Lá vai, jogando fumaça
Em missão secreta
Pois sim, os urubus, águias,pássaros
Não sujam às nuvens
E destaco, nosso céu é mais azul
O nosso sol faz brilhar
A cor que os homens vestem
Ouvi me ainda, somos irmãos
Um brado juntos, somos mais fortes
Não quero ver ossos, esqueletos caveiras
Não quero tantos catadores de latas
Não me furem meus olhos
Com os punais que atingiram outros
Quero um céu soltando estrelas
Para deslumbrar todos
Sem exceção de verdade
Vivo olhando o céu todas manhãs.
Varenka De Fátima Araújo
Passou um gavião de ouro
Não é, talvez seja um jatinho
Lá vai, jogando fumaça
Em missão secreta
Pois sim, os urubus, águias,pássaros
Não sujam às nuvens
E destaco, nosso céu é mais azul
O nosso sol faz brilhar
A cor que os homens vestem
Ouvi me ainda, somos irmãos
Um brado juntos, somos mais fortes
Não quero ver ossos, esqueletos caveiras
Não quero tantos catadores de latas
Não me furem meus olhos
Com os punais que atingiram outros
Quero um céu soltando estrelas
Para deslumbrar todos
Sem exceção de verdade
Vivo olhando o céu todas manhãs.
Varenka De Fátima Araújo