Sei que o Universo conspirou ao meu favor. Apanhei umas palavras de Edgar Velame e coloquei no livro numa folha especial. Ao receber o livro, mostrei para o Edgar, visivelmente emocionado, me fez o convite de lançar o livro na Câmara Municipal, no dia que Salvador completava 466 anos, com um sarau, eu derramei muitas palavras afetuosas sobre meu amigo...Somos amigos, poetas, ativistas culturais, somos amigos,amigos, amigos,somos amigos.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Um amigo no meu caminho
Odiosvaldo Vigas, o seu sorriso contempla, a mais bela imagem da sua pessoa, na noite do lançamento do meu livro. Quando conheci você, no Sarau uns anos passados, entre poetas e músicos, não houve aperto de mãos, nem tapinha nas costas. Fitei nos seus olhos, pude captar, sua generosidade e honestidade.
Não divulguei o seu nome, pois sua fama vai longe...Como gestor da Câmara Municipal tem apoiado
e divulgado às artes, educação. Eu, fico agradecida por você existir. Contemplada ,sigo no meu caminho, contando com uma amizade recíproca e verdadeira, em perfeita harmonia com o sol e o verde da nossa mata. Eu sou uma mulher que não me curvo facilmente diante de homens comuns. Somos de uma linhagem dos guerreiros, então, com um sangue quente que corre abundante em nossas veias. O meu respeito por você é grande.
Não divulguei o seu nome, pois sua fama vai longe...Como gestor da Câmara Municipal tem apoiado
e divulgado às artes, educação. Eu, fico agradecida por você existir. Contemplada ,sigo no meu caminho, contando com uma amizade recíproca e verdadeira, em perfeita harmonia com o sol e o verde da nossa mata. Eu sou uma mulher que não me curvo facilmente diante de homens comuns. Somos de uma linhagem dos guerreiros, então, com um sangue quente que corre abundante em nossas veias. O meu respeito por você é grande.
Lançamento do Livro - Carta
Na noite de 30 de março de 2015, estou desenhando umas letras numa dedicatória para uma amiga.
Hoje no mesmo desenhar, quero agradecer, aos que fazem parte deste livro: Vidmar Garrido que fez a capa e diagramação. Fátima Oliveira na revisão, José Araújo que fez o magnífico Prefácio. Os poetas e escritores que escreveram cartas para mim: Francisco Chagas Araújo(Meu pai), Maria Albanisa Araújo (Minha Mãe), Fadila Guevara, Paloma, Hermengarda, Fátima Oliveira, Marcos Toledo, Geane Santos, Roberto Del Secchi, Ivaldo de Souza, Carlos Dias ( De Portugal), Conceição Ferreira, Miguel Jacó, Carlos Leite (De Portugal), Alfred Asis (Do Chile), Lucas Yure, Dr. Luiz Barreto, Edgar Velame, Marina Moreno Leite.Carlos Leite (De Portugal).
Hoje no mesmo desenhar, quero agradecer, aos que fazem parte deste livro: Vidmar Garrido que fez a capa e diagramação. Fátima Oliveira na revisão, José Araújo que fez o magnífico Prefácio. Os poetas e escritores que escreveram cartas para mim: Francisco Chagas Araújo(Meu pai), Maria Albanisa Araújo (Minha Mãe), Fadila Guevara, Paloma, Hermengarda, Fátima Oliveira, Marcos Toledo, Geane Santos, Roberto Del Secchi, Ivaldo de Souza, Carlos Dias ( De Portugal), Conceição Ferreira, Miguel Jacó, Carlos Leite (De Portugal), Alfred Asis (Do Chile), Lucas Yure, Dr. Luiz Barreto, Edgar Velame, Marina Moreno Leite.Carlos Leite (De Portugal).
Lançamento do Livro Correspondências de uma Vida
Tenho uma longa estrada nas artes, passei por duras penas. A minha escrita é feita como meu pensamentos e estas duas mãos calejadas acompanham lentamente. No meu livro 'Correspondência Deu uma vida", são cartas verídicas, que guardei durante longos anos, estão na primeira parte do livro.O restantes são de escritores e poetas que estão distantes, apenas Lucas Yuri é daqui.Um Prefácio do amigo e Confrade José Araújo, capa diagramação de Vidmar Garrido, revisão de Fátima Oliveira.E, mais, estas veias continuaram lançando livros.Obrigada aos escritores que derramaram suas letras nesta correspondência. Merecedores do meu profundo agradecimento, Odiosvaldo Vigas, Edgar Velame e Maguedes Reflexão, Jorge Guedes.
sexta-feira, 20 de março de 2015
Xilogravura
Esta gravura foi feita para uma exposição minha, na Galeria Cañizares na Escola de Belas Artes. Foi talhada ao meu modo, muitos cortes simbolizando cercas, o burrinho e boi do folclore do Nordeste.
Varenka de Fátima Araújo
quarta-feira, 18 de março de 2015
Pintura acrílica sobre tela
Sempre que pinto, respiro muito, pois pintar é movimento, os contornos, a textura, cores. Quando termino, vejo uma poesia.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Correspondências de uma Vida
Minha obra está dividida, primeiro vem às falações de minha família, cartas de mais de 35 anos, depois cartas de amigos com temas diversos e divertidos. Amigos de outros países e do meu Brasil.
Esta em eBook na Editora www.perse.com.br
Esta em eBook na Editora www.perse.com.br
domingo, 15 de março de 2015
Para Irmã e sobrinha
Tinha um pensamento que a filha mais velha, depois da morte do pai, tinha a obrigação de conduzir,
suas irmãs e mãe doente com sequelas de AVC, para que a família vivesse unida.
Que importa esse e outros conceitos, ultrapassados por novas gerações. Ficaram desconhecidos e invalidados por pessoas soberbas, mesquinhas, como cadáveres voadores. São três Instituições que por parte admito: A igreja, casa e tumba, que devemos cultivar. O mundo exterior continua assombrando com o capitalismo e uma religião que não existe. E, a doença mortal que vai ser julgada no final é o poder de ter e consumir.
De uma coisa é certa, o resto da minha família está moribunda. Na minha luta de reverter os males da herança física que recebi, não posso tomar conta da minha mãe mas, estive orientando, a irmã vizinha de quatro anos mais nova, que cuidou da mãe por dois anos e abandonou por motivos somente dela. A mãe teve outro AVC e, eu com a irmã mais nova ficamos no hospital durante o tempo de convalescente da mãe, a filha mais nova ficou tomando conta de tudo, casa e bens, juntamente com minha sobrinha, que cuidam da mãe e avó. Era hábito meu visitar minha mãe e, por telefone conversava com minha irmã e mãe quase todos os dias. A minha irmã fazia o papel de Inspetora,para poder ter muito, sem que me desse conta. Por um fio de conversa no telefone, repentina intuição, então percebi que a sobrinha estava esbanjando e pedindo mais. Dei conselhos em vão e fui calminha levar dois leques para minha mãe que o calor está como lavas de Vulcão em erupção, chegando na casa, estava a sobrinha conversando com o segurança. Entreguei os leques e mostrando como devia usar, então a sobrinha mandou que eu calasse, petulante a moça sem pretendente.Pedi licença, passei, pois ela estava tomando a porta, este foi o meu delito, ela e minha irmã partiram para cima de mim, para baterem, não consumaram a pancadaria, só pela intervenção do segurança. A moça me destratou, jogou meu livro no chão no seu ato delinquente gritava que o livro não prestava, que eu era louca. Fui expulsa da casa da minha mãe.
Este é o motivo que não posso visitar minha mãe, jamis abandonei os meus. Não, e não e não, vão me enlouquecer, tenho resistências e reservas de sobra para sobreviver essa tragédia.
Era o dia 28 de fevereiro de 2015.
Varenka de Fátima Araújo.
suas irmãs e mãe doente com sequelas de AVC, para que a família vivesse unida.
Que importa esse e outros conceitos, ultrapassados por novas gerações. Ficaram desconhecidos e invalidados por pessoas soberbas, mesquinhas, como cadáveres voadores. São três Instituições que por parte admito: A igreja, casa e tumba, que devemos cultivar. O mundo exterior continua assombrando com o capitalismo e uma religião que não existe. E, a doença mortal que vai ser julgada no final é o poder de ter e consumir.
De uma coisa é certa, o resto da minha família está moribunda. Na minha luta de reverter os males da herança física que recebi, não posso tomar conta da minha mãe mas, estive orientando, a irmã vizinha de quatro anos mais nova, que cuidou da mãe por dois anos e abandonou por motivos somente dela. A mãe teve outro AVC e, eu com a irmã mais nova ficamos no hospital durante o tempo de convalescente da mãe, a filha mais nova ficou tomando conta de tudo, casa e bens, juntamente com minha sobrinha, que cuidam da mãe e avó. Era hábito meu visitar minha mãe e, por telefone conversava com minha irmã e mãe quase todos os dias. A minha irmã fazia o papel de Inspetora,para poder ter muito, sem que me desse conta. Por um fio de conversa no telefone, repentina intuição, então percebi que a sobrinha estava esbanjando e pedindo mais. Dei conselhos em vão e fui calminha levar dois leques para minha mãe que o calor está como lavas de Vulcão em erupção, chegando na casa, estava a sobrinha conversando com o segurança. Entreguei os leques e mostrando como devia usar, então a sobrinha mandou que eu calasse, petulante a moça sem pretendente.Pedi licença, passei, pois ela estava tomando a porta, este foi o meu delito, ela e minha irmã partiram para cima de mim, para baterem, não consumaram a pancadaria, só pela intervenção do segurança. A moça me destratou, jogou meu livro no chão no seu ato delinquente gritava que o livro não prestava, que eu era louca. Fui expulsa da casa da minha mãe.
Este é o motivo que não posso visitar minha mãe, jamis abandonei os meus. Não, e não e não, vão me enlouquecer, tenho resistências e reservas de sobra para sobreviver essa tragédia.
Era o dia 28 de fevereiro de 2015.
Varenka de Fátima Araújo.
domingo, 8 de março de 2015
Identidade
Qual mucha, miúda, raquítica, franzinas imagens,
não pode, não deve, não faça, muitos piparotes,
juramento prestado, semblante risonho, dores crueis,
embevecida de ânsias, abismada, leoninas garras,
corpo de manequim, apaixonada, tortuosas visões,
súplicas de amor,sangue destila, martírio, mão na face,
grito de perdão, solidões massacrantes, súplica de amor,
altos e baixos com garra, mulher parida, mãe ardorosa,
consolou, soltou azedumes, raiva, ódio, foi ferrada
jeitosa, confiante, intrépida, corajosa, voluntarioso,
criativa, aventureira, vencedora em todas às idades.
Varenka de Fátima Araújo
não pode, não deve, não faça, muitos piparotes,
juramento prestado, semblante risonho, dores crueis,
embevecida de ânsias, abismada, leoninas garras,
corpo de manequim, apaixonada, tortuosas visões,
súplicas de amor,sangue destila, martírio, mão na face,
grito de perdão, solidões massacrantes, súplica de amor,
altos e baixos com garra, mulher parida, mãe ardorosa,
consolou, soltou azedumes, raiva, ódio, foi ferrada
jeitosa, confiante, intrépida, corajosa, voluntarioso,
criativa, aventureira, vencedora em todas às idades.
Varenka de Fátima Araújo
quinta-feira, 5 de março de 2015
Meu amigo Jarbas
Só agora posso cantar minhas emoções.
Devo confessar que Jarbas Macêdo, foi o meu primeiro
amigo, irmão, ao chegar aqui. Era meu preferido,
o mais novo, atencioso, na intimidade passava,
horas e horas ao redor de sua casa. Pintamos juntos,
no teatro, na escola de Belas Artes, com ele o dia sempre
adentrou pela noite, abraços e beijos carinhosos.
Costumava dizer: " Somos como o vinho velho".
E cada qual da sua imagem, sorrindo,beijando tremendamente,
mãos que moldavam,os pés descalços, o cuidado com a farta comida
para sua amiga,ficará retida na minha mente. Só sua Val, sabe de uma amizade que nunca acabou. Ainda ouço sua voz grave :" Val, fique mais um pouquinho".
Sua missão cumprida, minha dor é grande.Fico só na terra meu amor imenso, meu amigo.
Varenka de Fátima Araújo.
Duas soberbas
Alí no alpendre da casa amarela
Pelas senhas da mãe
Uma senhora de 80 anos,libera seus bens
Para a filha mias nova, Dilá
Tocou-lhe tantos bens
Que a filha e neta não se contentam
Vale, vale, apenas o dinheiro
A neta egoísta e insossa
Desta geração sem piedade
Sempre bem arrogante
Os bens e a avó coagida
Moni, sem compaixão
Ou tudo para ficar com a avó
Ou nada, nada que a velhinha fique só
Não les insulteis, apenas a verdade
Uma está gastando demais
A filha mais velha, foi enxotada
Partiram para bater, duas mega vermes
A filha mais velha esteve cuidando da família
Agora está impedida de visitar sua mãe.
O kósmo será a morada da Dilá e Moni.
Varenka de Fátima Araújo
segunda-feira, 2 de março de 2015
Um poema solto no sábado
Esse poema saí de uma casa
expulso por almas gêmeas,
intoxicadas por risos de altivez
Como um corpo acuado
posicionada na cadeira
com o olhar Albanisa sentencia
Solto, leva língua guerreira
não cairá como folhas do outono
voará sem destino
a palavra prevalecerá
Varenka de Fátima Araújo
03 de março de 2015
expulso por almas gêmeas,
intoxicadas por risos de altivez
Como um corpo acuado
posicionada na cadeira
com o olhar Albanisa sentencia
Solto, leva língua guerreira
não cairá como folhas do outono
voará sem destino
a palavra prevalecerá
Varenka de Fátima Araújo
03 de março de 2015
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Tenha de pagar uma promessa.
Não me corrompi, ainda sou um fardo, fiel aos princípios e, a outra parte que me toca, sei que morrerei sozinha como tem sido com todos. No dia trinta e um de dezembro de 2014, muitos estavam morrendo. Um ferro veio de cheio atingiu meu pé, não dei importância, correndo para deixar minha obra, antes que o ano de 2015 fosse anunciado. A dor era dolorosa, a dúvida dentro da ocorrido. O temor de perder um dedo do pé, procurei meu médico, o Dr. Andre Machado, que vasculhou a radiografia e, mandou imobilizar o pé, já era dia sete do novo ano. Pulando como o Saci, afundei na cadeira, na dúvida de sempre, toca o telefone, minha amiga falava que tinha me visto na televisão. E, eu respondi que estava aqui, ela calmamente:" Você estava na Globo, em " O Pagador de Promessas", apesar de ter sido gravado faz tempo, logo te reconheci, o tempo tem sido generoso com você". Sinceramente às cenas foram vindo, misturadas com minha dúvida de ficar em repouso, o tempo tem deixado marcas no meu corpo mas, o meu sorriso mascara meu corpo. Tenho de pagar uma promessa.
Varenka de Fátima Araújo
Varenka de Fátima Araújo
sábado, 27 de dezembro de 2014
Para os amigos
Falando para os amigos,
Não vi o menino Jesus, passei este Natal com outro menino moreno que é a razão do meu viver. Os sons dos sinos não ouvi. Esta data encerou para mim com momentos tristes e alegras. Eu tenho lido muitas mensagens de amigos virtuais e reais e com os olhos ardendo de tanto pranto, respondi. E, este mundo assustador, não devo temer. A caixinha de surpresa será em 2015.
Varenka de Fátima Araújo
Não vi o menino Jesus, passei este Natal com outro menino moreno que é a razão do meu viver. Os sons dos sinos não ouvi. Esta data encerou para mim com momentos tristes e alegras. Eu tenho lido muitas mensagens de amigos virtuais e reais e com os olhos ardendo de tanto pranto, respondi. E, este mundo assustador, não devo temer. A caixinha de surpresa será em 2015.
Varenka de Fátima Araújo
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Carta de agradecimento
Salvador, 25 de dezembro de 2014
Quando a aurora surgia, onde se avizinhava de uma noite e o surgimento de um dia com o sol ensolarado do mês de novembro, comecei a selecionar cartas escritas para meus queridos e, escrevi muitas com gosto de desabafo, homenagens, agradecimentos, uma por ironia vai uma para a Presidente. Sem medo da medula que é o mundo. Em um tempo breve tive o presente do meu filho, Vidmar Garrido com o Designer de capa e diagramação e o Prefácio de José Araújo escritor, poeta, imortal da Academia de Letras do Brasil, que lavei minha face impregnada de emoção. Prendi neste livro que voará para lugares que sei, será um deleite para o leitor.
Com carinho.
Varenka de Fátima Araújo
domingo, 14 de dezembro de 2014
Vídeo do Sarau "VARVARA" 12/12/2014-Apresentação de VARENKA DE FÁTIMA
Foi realizado nesta sexta 12/12/2014 o Saral Varvara, no Museu Geológico da Bahia, com Apoio do Portal Jorge Guedes.
Vídeo do Evento
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
A vizinha N. Ferrugem
Ela está perfeita como jornal, levando e trazendo suas intrigas, tentando me afetar. Resolveu dia 03 de dezembro de 2014, pintar o portão sem ferrugem e eu fiquei com os olhos e garganta inflamados.Essa abstração de espirito maléfica vai se afogar no Cosmo.
Varenka de Fátima Araújo.
Varenka de Fátima Araújo.