sexta-feira, 16 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
Puff....meu vizinho
Puff,meu vizinho me deixou, saudades
Procuro um cachorrinho na lembrança
Nas minhas andanças tenho esperança
De encontrar por sinal nossa amizade
Na minha porta sinto o seu perfume
Ao chegar do pet shop os pêlos lisos
Com sua boquinha para alto a ganir
E a demarcar seu terreno pelo cheiro
Ficava na varanda sentindo o frescor
Com minha aprovação virava às patas
Vibrava com sua esperteza e seu viço
Puff,um macho de uma raça puríssima
Para uma beldade de cadela cruzar
E eu queria um filhote de bela casta
Varenka de Fátima Araújo
Procuro um cachorrinho na lembrança
Nas minhas andanças tenho esperança
De encontrar por sinal nossa amizade
Na minha porta sinto o seu perfume
Ao chegar do pet shop os pêlos lisos
Com sua boquinha para alto a ganir
E a demarcar seu terreno pelo cheiro
Ficava na varanda sentindo o frescor
Com minha aprovação virava às patas
Vibrava com sua esperteza e seu viço
Puff,um macho de uma raça puríssima
Para uma beldade de cadela cruzar
E eu queria um filhote de bela casta
Varenka de Fátima Araújo
sábado, 10 de novembro de 2012
Floro Bartolomeu em Juazeiro do Norte-Ceará
Floro Bartolomeu grande político
Ele nasceu aqui, natural da Bahia
Chega em Juazeiro para ser político
Deixando sua terra natal Bahia
Lá também ele foi prefeito, deputado
Demarcando as ruas do Juazeiro
Fiel ao padre Cícero e lutando
Homem difícil de imitar, Juazeiro
Medico, como na paz foi valente
Sagaz, destemido colocando ordem
Daquela terra maior expoente
Bela avenida Floro Bartolomeu
Homem publico valeu homenagem
Oh! Ficando lembrado Bartolomeu
Varenka de Fátima Araújo
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Posse de Eliene Benício Diretora de Teatro
Eliene
Eliene
Eliene
Em sua natureza esta gravada sempre uma frase
Com sensibilidade sabe criar e recriar como artista
Ela tem virtudes fabulosas e muito corajosa
Com sua força de caráter solta suas experiências
Com sua dignidade sabe conduzir uma comunidade
Com seu brilho ofuscando todos para realizarmos sonhos.
Varenka de Fatima Araújo
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Albanisa
Escolhi meus pais....No percurso fizemos nossa história.
O sorriso passa, sem nada no tempo. O olhar fixo na alma de
tantos. A voz fica gravado na memória das gentes.
Com voz, solta o verbo na carne, poetas e escritores.
Albaniza,Maria Bonita,Ziza,vovó,vó....A matriarca que conduziu a sua família com amor, determinação, trabalho, honestidade, valentia.Chegar aos 76 anos, agora é só ganho de vida, nem os seus cabelos brancos conseguem tirar sua beleza.
Varenka de Fatima Araújo
Amizade
Amigo, amiga
Eu tenho um amigo
Eu tenho uma amiga
São duas jóias.
Amigo, amiga
São como os diamantes
Encontrar é raro
Amigo é para toda a hora.
Amigo, amiga
O amor é infinito
Esta nos momentos difíceis
Esta nos momentos alegres.
Amigo, amiga
Surge outra amizade
Cativar é preciso
É um grande privilégio ter amigos
Varenka de Fátima Araújo
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Posse de Eliene Benício Diretora de Teatro
Eliene Benício
Dora
Seu alicerce foi livros,livros e livros,alcançando o posto de Reitora.
Tenho a convicção que a instituição vai girar mais depressa do que gira.
Dora
Seu alicerce foi livros,livros e livros,alcançando o posto de Reitora.
Tenho a convicção que a instituição vai girar mais depressa do que gira.
VARENKA É ASSIM
Eu reencontrei Varenka, após anos de afastamento. Não, nem pense isso! nós não brigamos, nós nos afastamos, é bem diferente! Nada foi combinado, foi acontecendo, e acredite ou não, morando na mesma cidade, ficamos por quinze anos sem nos comunicar.
Sabe por que estou falando isso? É porque nos afastamos e nos reencontramos, sem dificuldade alguma. O mundo moderno tem isso, a mesma correria que nos afasta das pessoas que amamos é a mesma que nos reaproxima. E o reencontro aconteceu de forma inusitada, foi via facebook, e que ironia do destino, eu que detestava ouvir falar em “facebook”, resolvi criar uma conta e logo fiquei pesquisando nomes, e adivinha quem encontrei? ela!!!! Não pensei duas vezes e logo mandei o convite e assim aconteceu o nosso reencontro.
Logo, logo descobri que Varenka tinha se tornado escritora, poetisa...ora, não foi nenhuma surpresa pra mim, e sabe por que? É simples, porque ela já escrevia muito antes... poesias, acrósticos... ela é dessas pessoas, sabe, tipo camaleoa? ela cria, recria, se reinventa o tempo todo, essa é a Varenka que conheço.
Bom, voltando ao assunto da pesquisa, antes do reencontro, descobri que ela tinha tem um blog, e acreditem, foram surpresas e mais surpresas. Muitas notícias boas, outras não tão boas, outras tristes. Foi através do blog que acabei sabendo da perda do seu pai (Seu Chagas) e do seu irmão Segestes (César, como o chamávamos carinhosamente), chorei e lamentei a morte de pessoas tão queridas e que fizeram parte da minha vida, mas essa é outra história.
Sem querer perder o foco do assunto - Varenka lançou dois livros, "Fatos e Retratos" - onde ela relata fatos e pequenas histórias - leitura muito agradável, convidativa - logo identifiquei alguns personagens peculiares - e o livro "Ela em Versos" também recomendo como uma boa leitura.
Por muito pouco não nasceu na Bahia, mas se considera Baiana de coração, conta e encanta com seus versos enaltecendo a Bahia.
Varenka é alegre, altiva, guerreira, irreverente, não tem medo de enfrentar os desafios e hoje divulga seu trabalho com maestria - é uma cidadã do mundo.
Se você quer saber mais sobre Varenka, visite o seu blog varenkadefatima.blogspot.com.br.
Maria de Fátima Oliveira Batista
(Fátima Oliveira - Nasceu no Piauí.Reside em Salvador-Bahia-Brasil. Bancária, escreve trovas, versos,crônicas é poetisa.Participa do Portal CEN "Cá Estamos Nós".Recanto das Letras.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Dança do Ventre 02 com Varenka de Fátima
E assim ela prossegue, primeiro
um passo de um lado e
depois um outro. Com o rebolado do samba
e da dança do ventre uma genuína fusão de danças.
A questão é só conferir
Varenka de Fátiatia Araújo
Dança do Ventre com Varenka de Fátima
Ela queria ser dançarina
foi reprovada de cara
sem desviar do caminho
chutou muitas pedras
Deu a volta por tantas artes
sem desistir da dança
que faz uma baiana de coração
vibrar quando rebola
Ainda posso encantar
Ainda sou uma guerreira.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Apresentação do Livro de Luiz Barreto Vieira
Dr. Luiz Barreto, Oftalmologista, Mestre, Escritor de cinco
livros de Ciências e Espiritualidade. Sempre penetrou no sonho, embora
acordado, tem arrebatado o amor inusitado de Nitinha. Com um suspiro de
obstinação, coloca todo seu amor por sua família e o mesmo amor ao próximo, em
trovas soltas, com sua emoção e sentimentos dos mais lindos, sendo muitas um canto
de amor, àquela que foi sua fiel esposa.
AQUI
São linhas do dia a dia,
Com belo toque real..
Saudade,alegria,
Amor,poeta,afial.
Obrigada, Dr. Barreto
Varnka de Fátima Araújo
sábado, 27 de outubro de 2012
Livro Trovador do Amor de Luiz Barreto Vieira
O livro Trovador de Amor de Luiz Barreto tem minha apresentação.
Luis Barreto Vieira é poeta e escritor
Jaime Dias
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Meu pai Chaguinhas
Estão vendo,como eramos parecidos.
O meu querido avô
O meu querido avô, Francisco Chagas de Araújo, teve formação seminarista - foi um quase padre. Digo quase pois se encantou com a beleza radiante da minha - então moça - avó.
Educou os seus filhos generosamente.
Acarinhou os seus netos esbanjosamente.
De quase padre, tornou-se ateu e comunista: carregava consigo sempre a boina e a blusa do tal Guevara - o seu Che.
Deu nomes aos seus filhos: de
Fátima, Andaluz, Amazonas, Tocantis, Guevara.
Na sua formação, aprendeu sete línguas. Ah... mas não é isso que me importa!: nos meus 20 anos com ele, nunca o vi pronunciar uma sequer palavrinha que não fosse da língua portuguesa - sua língua pátria mãe - e bem nordestinamente falando...!
Meu avô era homem.
Meu avô sim é que era homem de verdade!
A sua postura forte e grave o acusa.
Quando saia, carregava carinhosamente e educadamente uma peixeira consigo na cintura.
Meu avô tinha coisas que eram só dele. Meu avô amava as crianças.
Meu avô era homem bravo, mas não ladrava!
Meu avô era nordestino cabra macho, mas não ladrava!
Meu avô protege. Meu avô era delicado e compreensivo como se deve ser um homem.
Chagas dava a cena e entrava em cena na hora certa.
Chagas é sulamericano.
Meu avô tinha uma eternidade no olhar que o fazia humano de verdade.
Ah, meu avô! Ah, meu Chaguinhas! Se todos fossem iguais a você!
Sua presença irradia e deixou belas marcas.
Chaguinhas, o teu nome é só saudade!
terça-feira, 23 de outubro de 2012
FATOS E RETRATOS
Olá Varenka,
tudo bom?
Sou neto de Luiz Barreto, não sei se lembra de mim.
Acabei de Ler seu livro, excelente! :)
Me impressiona como os livros sempre acham seu leitor em um momento!
--
Jaime Dias
domingo, 21 de outubro de 2012
Encontro de Trovadores 20/10/2012
Despertar com emoção
Com um olhar penetrante
Que fisgou meu coração...
Como foi palpitante
Desejo com ilusão
Foi levado com o vento
Um amor sem inclusão
Quimera sem sentimento
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Pintura e Xilogravura de Varenka
Essa casinha era branca,cantamos juntos "Casinha branca".Agora mudou a canção,a casa é pintada de amarelo,onde tantas páginas amarelas foram guardadas... Papai e Mamãe para posteridade.
COM MINHA XILOGRAVURA DO PADRE CÍCERO PARTICIPEI DO IX SALÃO DE ARTES PLÁSTICAS, DURANTE O XXI FESTIVAL DE ARTES DE SÃO CRISTÓVÃO-SERGIPE
domingo, 14 de outubro de 2012
Paloma
Paloma
Sou puramente suave
Da suavidade doce eterna.
Se doce, é porque sou amada.
Sobre o amor aprendi com as Mães
Com as Madres
aprendi a ser mulher
Sou como as Clarices, as Cecílias
As Marinas e as Marias
E, de tão mulher que cresci,
Estou puramente flor.
Como as Rosas, as Angélicas,
As Margaridas e as Violetas
Do cheiro da flor
Vivo assim
em doçura e suavidade
em leveza, tentando voar.
Como o vento bom-
sopro de luz.
Como os pássaros
que me vêm e vão.
Mas, se algum dia eu fico murcha e sem vida,
se algo me deixa entristecida,
há um pássaro que não me abandona.
Procuro por Paloma
Seja a Paloma Triste ou Alegre
Olga Amazonas
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Um dia mágico com minha prima.
Fátima Oliveira
No estilhaço do tempo
itinerante vagamos
nos encontramos semeadoras
meus livros com tramas
se desovem e soves
tua cria se recria
em letras se firmando.
Varenka de Fátima Araújo
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
A força das palavras
divulgar as palavras, a poesia
é querer elevar todo um pensar
faz libertar o povo da apatia
ajuda um pais a se endireitar
existe quem não queira ter
um povo que consiga pensar
pode assim o povo perceber
que eles os andam a enganar
existem pessoas determinadas
que com esforço e dedicação
se empenham na sua divulgação
querer promover as palavras
é um dever de toda a gente
é poder semear uma semente
--
Carlos D
Tornar notório todas poesias
elevando todo o pensamento
tirando o povo da indiferença
para o pais ter um rumo certo
existem quem não querem ter
um povo preparado, pensante
para que o povo não perceba
que eles estão só enganando
existem pessoas destemidas
com sua força e dedicação
vão a luta para a divulgação
soltando as palavras,poesias
é o meu dever como cidadã
para poder salvar e semear
Varenka de Fátima Araújo
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Minha amiga Alice Portugal
Tudo o que sei amiga Alice Portugal e Deputada Federal. Sempre lutamos em prol de uma Universidade
justa.E a nossa canção você sabe cantar.Com clareza expõe os fatos,lutando com equilíbrio e brilho interior,sabe cavalgar com arte.Cantaremos juntas outras canções.
Varenka de Fátima Araújo
justa.E a nossa canção você sabe cantar.Com clareza expõe os fatos,lutando com equilíbrio e brilho interior,sabe cavalgar com arte.Cantaremos juntas outras canções.
Varenka de Fátima Araújo
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Dedicado poeta
Gonçalves Dias dorme....No fundo do mar
O teu cérebro um coração amoroso
Entre os frutos e riqueza em águas jaz
E tua Pátria a história marcou
Estendendo por década longínqua
Quantas aspirações e amor dedicados
A tua terra amada e idolatrada
Essa que atribui tua imortalidade
Mudam os tempos, mudam uns homens
Por cobiça devastando tudo
Sob pena de uma catástrofe
Esse tormento jamais verás poeta.
Varenka de Fátima Araújo