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"O Artista se eleva pelo prazer da beleza dentro de sua criação."

Minha origem

Sei que amo. Conheço minha origem, respeito a mim mesma, tenho consciência da miscigenação e da minha cidadania.

Bahia de Todos os Santos

Moro na Bahia de Todos os Santos, abençoada por 365 igrejas, um legado deixado pelos Portugueses. No sincretismo religioso, o abraço com todas as religiões.Um povo que vibra sem intolerância religiosa.Tenho fé e amo meu povo!

sábado, 30 de agosto de 2025

CANÇÃO Para Varenka - homenagem de Fábio Batista Dos Santos

 Verso 1)

Do Ceará ao Salvador, um brilho imenso,

Varenka, teu nome é arte, é saber intenso,

Figurinista, atriz, em todas tuas cores,

Poesia e pintura, teus dons são amores.


(Refrão)

Oh, Varenka, estrela da nossa cena,

Teu talento, uma luz que nunca se apaga,

Comendadora, poeta, tua vida é plena,

Na cultura, és a alma que nunca se acaba.


(Verso 2)

Com as mãos de artista, moldaste o sonho,

Em cada palavra, um mundo, um entono,

Direção teatral, a voz do coração,

Nas tuas obras, pulsa a inspiração.


(Refrão)

Oh, Varenka, estrela da nossa cena,

Teu talento, uma luz que nunca se apaga,

Comendadora, poeta, tua vida é plena,

Na cultura, és a alma que nunca se acaba.


(Ponte)

Dos saraus à bienal, teu brilho não cessa,

A arte e a vida, em cada verso, tua promessa,

Honra ao mérito, em cada diploma a brilhar,

Teus feitos e versos são eternos a nos guiar.


(Verso 3)

Em cada antologia, teu nome resplandece,

De "Ela em Versos" à "Corresponder", tudo enaltece,

Ativista cultural, a voz que ressoa,

Varenka, na tua arte, a paixão ecoa.


(Refrão)

Oh, Varenka, estrela da nossa cena,

Teu talento, uma luz que nunca se apaga,

Comendadora, poeta, tua vida é plena,

Na cultura, és a alma que nunca se acaba.


(Final)

De Campos-Sales a Salvador, teu caminho é luz,

Em cada canto e verso, teu legado reluz,

Oh, Varenka, tu és a eterna melodia,

Teu nome e teu brilho são parte da poesia.

sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Dança do Ventre








 

Conto

 Um conto

Em uma certa época, com muita, puritana, uma família vivia mostrando os bons modos, só não falava em nome de Deus em vão, jamais houve suspeita, a mãe era linda tinha herdado uma fortuna do pai, casou com seu colega de classe, que mesmo no caso da mulher morrer não podia casar com outra para não perder a herança, tiveram duas filhas e um filho, que se apaixonou pela mãe , o desejo venceu, muitos amor na cama, o pai só tinha olhos por uma das filhas que nutria desde pequena um desejo forte pelo pai faziam qualquer hora e, outra filha foi pro cabaré e lá ficou. Uma vizinha a bisbilhotar,  começou a fazer pergunta para o filho da Senhora rica, o rapaz tirou a vida, a mãe enlouqueceu, o marido fugiu  sem a filha que tentou o suicídio com o colar, não surtiu efeito, então tomou veneno. A vizinha fofoqueira descobriu por causa do barulho fez um buraco na parede e espalhou, sabe como é cidade pequena.

Sempre aumentando um ponto.

Nelson Rodrigues esta em moda.

Uma prosa inesquecível.

 

Papai colhendo sua safra
Chego de mansinho, e fico olhando como na sua idade sobe no pé de manga, e nas outras árvores de frutas.
- Papai meu maior tesouro desse daí.
- Já estou descendo filha, com muitas frutas.
- Papai, tenho um livro que a professora Celia Azevedo me emprestou, é do seu ídolo Che.
- Pronto, me passe o livro porque não tenho mais um livro tive de dar um destino para não ser preso, vc sabe filha, eles perseguiam pessoas simpatizantes com o Ghe Guevara.
- Eis o livro papai, esse livro a professora consegui em férias na Europa, o senhor vai ler, e conta para mim, vou ter de devolver logo o livro.
Meu pai era fã do Che, quando eu ia votar, papai vestia a camisa do
seu ídolo, ele não votava mais devido a idade, sempre perguntavam em que ele votou, papai mostrava a camisa, todos sorriam.
Depois que papai fez a partida, não voltei mais neste local que não me pertence, a verdade cortaram os árvores parece outro local.

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Minha poesia Mamá,mamá, mamá- Em Espanhol.

 Mamá, mamá, mamá

El valor debe ser tu nombre

¿Por qué aprender a luchar como un guerrero

Por su brillantez como reina de la casa

Usted es el mejor consejo

En todo el tiempo incluido

Cuando mi padre no podía trabajar

Para encubrir su belleza vestida de la sencillez

Usted viajó a través de este mundo con una tableta de oro

Para obtener el apoyo de toda la familia

¡Ah! Mamá que los tiempos difíciles …

Con su determinación tiene su propia casa

En ningún momento dejó su marido y sus hijos

Cumplido su objetivo de educar hoy en día todos nos formó.

¡Ah! Mamá, usted es sin duda una madre perfecta.

Los tiempos han cambiado y abandonado la tableta

¿Todavía llamar a Maria Bonita por su belleza y valor

Sí, me siento orgullosa de ser tu hija, mi corazón de madre.


quarta-feira, 27 de agosto de 2025

Dueto - Sonho

 Rock Wolf El Brujo Mordo, devoro…

Cravo unhas e dentes

caindo na tua armadilha

se liberta só para mim…

Me deleito do teu gozo

que escorre e me alimenta

e transformo teus olhos

em rubis de incomparável valor.

Me solto na tua noite e ouve meu uivo

Na tua lua, me alimentarei de ti!

Isso se atreva com sua boca em mim!

Morde, me devora

Crave suas unhas e dentes 

em minha pele da cor da neve

entre e penetre em meu paraíso

liberta estou para gozar

em jatos escorre e te alimento

meus olhos fitam tua alma

na noite ouço o teu uivo

minha boca molhada 

passa em teu corpo como se fosse o meu

foi apenas um sonho.

Varenka  de Fátima

Permita, foi Mais um dueto.


terça-feira, 26 de agosto de 2025

Nada passa

 Nada passa

Sem rasgar

Sangrando

Como uma navalha

Abrindo uma parte

Da cabeça ao pé

Será uma frescura

Uma aberração 

Uma miragem 

Uma safadeza

E dona gentileza

Já não passa faz tempo

Um anão é  mais valente

Sansao faz  parte

Da carochinha

Não corra

Acabou a pressa

Com pouco se vive

A roupa já não faz o malandro

A vida é uma viagem.

Varenka de Fátima Araújo

domingo, 24 de agosto de 2025

O homem que não mede

 O homem da cabeça oca

O coco cheio de água doce

O mar meu irmão não se mede

No fundo pedras como cemitérios

Um pouquinho menores são os rios

Pode águas doce levar-te a maré

E o rio Amazonas do berço corre para o mar

Os pombos são fiéis, não são como os ratos

Que roem, são delatores muito traiçoeiros

Duma janela cor de palha, não se mede o céu

Nuvens que borrifam do cinza ao azul escuro

Os micos passam procurando galhos de árvores

Mas os astros menores jamais salvarão um torrão de terra.

Varenka De Fátima Araújo- Bahia.

O pomar do meu pai

 

O pomar da casa do meu pai
Sempre que aperta minha memória a caixa se abre com a lembrança inesquecível do meu pai que tinha o hábito de acordar as 4 da matina, lia um pouco e, tomava café e, já no seu passinho ia para o pomar que era onde conversávamos no silêncio matinal, depois papai ia tirar, manga, laranja, cocô ou jaca quando estavam no ponto certo de fazer a colheita, eu ficava por perto observando, porque papai já estava com a idade avançada por vezes degustava uma fruta, me despedia para a labuta. Então,, volte pela tarde. Tchau querida.

A casa de Albanisa

 

Mamãe, mamãe 
Hoje, a gaveta da minha memória, revirou o passado. 
Essa foto tem muitas história, a senhora guardava como uma joia, para a prosperidade. 
Essa casa a senhora e meu pai lutaram muito para comprar, tinha o pomar do meu pai, seu jardim que a senhora todos os dias coloca água nas plantas.
A senhora sempre dizia que essa casa gastou muito do seu suor e, do meu pai. Lembro que a senhora  gostava de comprar casas como se fosse uma coleção.
Meu pai fazia suas vontades porque o amor que uniu os dois foi verdadeiro, não houve forças de fora  que jamais acabasse esse amor, foram mais de 50 anos juntos. Como eu amei e, amarrei para sempre meus pais.
Varenka De Fátima Araújo

sábado, 23 de agosto de 2025

Maria Albanisa

 

Mamãe 
Sua beleza
Era de deixar um extasiado
Sua força de vontade era gigante
Tudo que fez foi em prol da família 
Não foi miss, não quiz ser miss
Tinha às medidas de uma miss
Foi a mulher mais amada por meu pai.
Varenka De Fátima Araújo

quinta-feira, 21 de agosto de 2025

Um momento de saudade, papai

 Sensações do momento 

Éramos felizes papai

Sei que está em outra lugar

Onde cabe sua bondade

Muda se os tempos

Diferente de tudo que o senhor confiou

Muda se os tempos da Irmandade 

Me sinto sem os meus

Porque sigo sua cartilha

Eu seguirei sendo fiel ao senhor.

terça-feira, 19 de agosto de 2025

O que vejo.

 O que vejo

homens no meio do caminho

velozes, possantes, intocáveis

à terra, o mar, podem sucumbirem

sem ofensas, sem direção

casos estranhos

da sábia história

o céu para, estrelas apagam

não haverá exposição

sobra o nada.

Varenka de Fátima Araújo

Orelha do meu livro ELA EM VERSOS

Uma poesia minha na capa do meu livro ELA EM VERSOS. 


segunda-feira, 18 de agosto de 2025

Resenha do meu livro por Fátima Oliveira

 

Resenha do livro Ela em Versos 
Autora Varenka de Fátima Araújo  
Ler Ela em Versos foi como abrir uma janela para muitas emoções ao mesmo tempo. A cada página, senti que os poemas não apenas falavam de sentimentos universais, como amor, saudade, dor e esperança, mas também traziam uma voz muito íntima e próxima do leitor.
Um dos aspectos que mais me tocou foi o dueto de pai e filha. A poesia nesse diálogo ganhou ainda mais força, porque revela duas gerações se encontrando nas palavras, partilhando visões diferentes, mas igualmente intensas da vida. Esse entrelaçamento de vozes mostra que a poesia não é solitária: ela é troca, herança e continuidade.
Os versos têm um ritmo leve, às vezes melancólico, outras vezes esperançoso. E, mesmo quando falam de dores, não deixam de apontar para a beleza escondida nos gestos do cotidiano. Percebi que muitas vezes me vi refletida nos poemas, como se a autora escrevesse também sobre mim e minhas próprias experiências.
No fim, Ela em Versos é um livro que emociona não só pela beleza da linguagem, mas pela sinceridade que transmite.
É uma obra que recomendo para quem busca poesia sensível e próxima da vida real.
Fátima Oliveira
Parnaíba-PI

Mini conto - Na sorveteria

Dois rapazes entram e, pedem sorvete, eram Jorge e Manuel

- Sentaram em uma mesa, Jorge saboreava o sorvete, Manuel, viu só, temos um traidor da Pátria no Esteites.

-Jorge e, temos um Hino que diz: Um filho que não foge a luta.

 - Manuel e, um Alexandre de Morais que cumpre a lei, e a historia marcará como herói.

domingo, 17 de agosto de 2025

VerAssis - Confissões

 VerAssis


Confissão


altas imposições


luz, alimentos, confirmação


os de lá fazem pressões


os de cá ficam apavorados


com tantos impostos


todos atordoados


impactados


Varenka de Fátima Araújo


Resenha do meu livro , Correspondência de uma vida

 Correspondência de Uma Vida

Re senha do livro correspondências de uma vida.


Autora: Varenka de Fatima Araujo.


Neste livro à autora inova em sua fome contextual de


Verbalizar os fatos narrados nesta primorosa obra literária,


Pois a mesma se vale de correspondências trocadas com


Seus entes queridos em tempos difíceis de sua vida, em que


Se via afastada do seio familiar, e a enfrentar tempos áridos


Em terras estranhas, pois a autora é natural do Ceará, e estava


Se aventurando no Panamá, ambiente hostil para um estranho,


Sem o apoio mínimo de quem quer que seja, estas fartas


Experiências de vida figuram neste livro com riqueza de detalhes,


Alem da participação de vários amigos da autora no mesmo


Formato de correspondências, entre tantos este que hora


Vos escreve, tive a honra de remeter uma carta à autora,


E esta prontamente me respondeu, assim como procedeu


Com os demais participantes, esta forma de elaborar um conteúdo


Literário me apeteceu muito a leitura, e por tudo isto eu recomendo,


Que todo aquele amante da literatura deve adquirir um exemplar


Desta obra, e se deliciar em sua apreciação.


Varanka, obrigado por ter me dado a oportunidade de figurar nesta obra


Literária de suma valia, e muito mais por ter gentilmente me enviado um


Exemplar, que li com muita satisfação e guardarei em meu acervo literário


Com muito carinho.


Um abraço,


Miguel Jacó, Taubaté SP Brasil.


Dueto - Beijo

 BEIJO

varenka / gil moura


Sempre lembro aquele dia


Do beijo doce que mandaste


Bem de longe, para mim


Beijo doce, tão docinho


Que adocica meu coração


OH! Aquele beijo doce


Bela e louca fantasia


Um beijo doce, profundo


Foi o toque que faltava


Para o teu beijo em mim ficar


Beijo...Beijo...Beijo doce


Selemos com um doce beijo


Junto aos nossos corações


Neste imenso mar de ardor


Nosso amor puro e sublime


Beijo...Beijo doce, com amor


Varenka


Que bom esse beijo doce


Naquele dia mandei


Tão terno, tão docinho


Nunca mais esquecerei


 


Esse beijo sentirei


Dentro de mim, com ardor


Quando teus lábios, for fim


Tocarem os meus, com amor…


 


Nesse momento que ansiamos


E nossas bocas desejam


Ficará em nós selado


Nosso amor eternizado


Com a doçura desse beijo…


 


Gil Moura

sábado, 16 de agosto de 2025

Uma lembrança que não esquecerei jamais.

 


Urubu

 Descem das alturas

Limpam toda terra

Revoam em bandos

Suas acrobacias nos céus

Sempre um espetáculo

Para quem está na terra


Pintura caneta sobre teto

De Varenka Araújo


Pena de escrever

 

Uma pena, antigamente escreviam mergulhando em tinta o talo da pena, escreviam em papel e hoje escrevem com canetas muitas coisas ruins, porque uns homens resistem em seres do lado podre. Os poetas devem mostrarem o hoje, sei que é difícil neste tempo confiar, o amor é uma mera palavra e, virou a palavra contra a palavra mas, eu escrevo com a ponta do dedo e tenho comigo o sentimento mais profundo que é o amor. Vale a pena, caneta, e o teclado.  Gratidão meus amigos e seguidores.
Varenka de Fátima