segunda-feira, 6 de agosto de 2018
sábado, 4 de agosto de 2018
O Mundo dividido
É duro, é pouco ainda este meu sofrer
O mundo está dividido
Desci ao inferno, parada ente os dois mundos
Em volta uns anjos como Lúcifer
E vem depois, velha, vc foi a culpada, não presta mais...
Calada sufocava à dor e o tormento
Anjos, demônios querendo que eu sucubisse
Vislumbrava o Xerxes à caminho de roma
Alexandre " O grande" conquistando o mundo antigo
E o mapa do Nordeste era o mais valoroso.
Varenka de Fátima Araújo
O mundo está dividido
Desci ao inferno, parada ente os dois mundos
Em volta uns anjos como Lúcifer
E vem depois, velha, vc foi a culpada, não presta mais...
Calada sufocava à dor e o tormento
Anjos, demônios querendo que eu sucubisse
Vislumbrava o Xerxes à caminho de roma
Alexandre " O grande" conquistando o mundo antigo
E o mapa do Nordeste era o mais valoroso.
Varenka de Fátima Araújo
domingo, 15 de julho de 2018
Adeus
Adeus
Porque não posso agora
Olhos negros com paixão
Da janela mando um bilhete
No retorno uma verdade em silêncio
Depois mais nada ali, meu querido
Nunca conheci suas verdades
Adeus como uma morte
É para magoar mesmo
Depois um adeus meu caro
É como areia cobrindo um corpo
Quem manda no pranto?
Adeus, pra nunca mais, meu bem.
Varenka de Fátima Araújo
Porque não posso agora
Olhos negros com paixão
Da janela mando um bilhete
No retorno uma verdade em silêncio
Depois mais nada ali, meu querido
Nunca conheci suas verdades
Adeus como uma morte
É para magoar mesmo
Depois um adeus meu caro
É como areia cobrindo um corpo
Quem manda no pranto?
Adeus, pra nunca mais, meu bem.
Varenka de Fátima Araújo
Escuridão da mente
Escuridão da mente
Ouvir um barulho na cabeça
Como se fosse tambores em bombardeio
Ou sinos com seus embates fúnebres
A mente não resgata a surdez
Os sons vão sumindo como às cores
E vai apertando à mente com penas angústias
Vai arrastando para o inferno terrestre
Por inteiro com os sonhos em pedaços
É grande, grande esses sons ensurdecedores
A piedades de uns homens é ipocrisia
Talvez a voz da louca emudeça
Será a mordaça de uma falante.
Varenka De Fátima Araújo
Ouvir um barulho na cabeça
Como se fosse tambores em bombardeio
Ou sinos com seus embates fúnebres
A mente não resgata a surdez
Os sons vão sumindo como às cores
E vai apertando à mente com penas angústias
Vai arrastando para o inferno terrestre
Por inteiro com os sonhos em pedaços
É grande, grande esses sons ensurdecedores
A piedades de uns homens é ipocrisia
Talvez a voz da louca emudeça
Será a mordaça de uma falante.
Varenka De Fátima Araújo
terça-feira, 10 de julho de 2018
Noite.
Noite.
Quando o sol fecha a porta
Nas nuvens tintas mornas
E assim mais tarde todos recolhidos
Sem um canto de ternura
Das janelas com grades
Uma abertura do escuro da noite
Lá onde não existe um véu agitado
Onde o gélido coração estremece
Diante das figuras passantes
Os sons de latas vazias
O vento dar seu ar de graça
Que congelam os que estão na calçadas
O amor para uns como roleta Russa,
Para outros, sentimento eterno
E, o meu corpo já não consegue erguer
Meus versos são pingos no deserto.
Varenka de Fátima Araújo
Quando o sol fecha a porta
Nas nuvens tintas mornas
E assim mais tarde todos recolhidos
Sem um canto de ternura
Das janelas com grades
Uma abertura do escuro da noite
Lá onde não existe um véu agitado
Onde o gélido coração estremece
Diante das figuras passantes
Os sons de latas vazias
O vento dar seu ar de graça
Que congelam os que estão na calçadas
O amor para uns como roleta Russa,
Para outros, sentimento eterno
E, o meu corpo já não consegue erguer
Meus versos são pingos no deserto.
Varenka de Fátima Araújo
sexta-feira, 6 de julho de 2018
segunda-feira, 2 de julho de 2018
O céu mais azul
O céu ao natural é belo!
Passou um gavião de ouro
Não é, talvez seja um jatinho
Lá vai, jogando fumaça
Em missão secreta
Pois sim, os urubus, águias,pássaros
Não sujam às nuvens
E destaco, nosso céu é mais azul
O nosso sol faz brilhar
A cor que os homens vestem
Ouvi me ainda, somos irmãos
Um brado juntos, somos mais fortes
Não quero ver ossos, esqueletos caveiras
Não quero tantos catadores de latas
Não me furem meus olhos
Com os punais que atingiram outros
Quero um céu soltando estrelas
Para deslumbrar todos
Sem exceção de verdade
Vivo olhando o céu todas manhãs.
Varenka De Fátima Araújo
Passou um gavião de ouro
Não é, talvez seja um jatinho
Lá vai, jogando fumaça
Em missão secreta
Pois sim, os urubus, águias,pássaros
Não sujam às nuvens
E destaco, nosso céu é mais azul
O nosso sol faz brilhar
A cor que os homens vestem
Ouvi me ainda, somos irmãos
Um brado juntos, somos mais fortes
Não quero ver ossos, esqueletos caveiras
Não quero tantos catadores de latas
Não me furem meus olhos
Com os punais que atingiram outros
Quero um céu soltando estrelas
Para deslumbrar todos
Sem exceção de verdade
Vivo olhando o céu todas manhãs.
Varenka De Fátima Araújo
sexta-feira, 29 de junho de 2018
SER...
Tenho muito amores
cada parte do meu corpo
tem uma marca embutida
o céu, a lua, a luz, o sol, o dia, noite
presenciaram cada momento
não me pegam com tristeza
um passa tempo veloz
os cacos que solto
alegria,firmeza,certezas
não volto ao passado
é um mundo desabado
canto letras erradas para gresejos
o meu sorriso é um sim
o não é preciso em ocasiões
enquanto o tempo me marca
vai ficando o desenho no rosto, corpo
o verde é o meu melhor balsámo
o vermelho e o preto me fazem resaltarem
a beleza definida pelo olhar
atento nas profundezas de um Ser.
Varenka De Fátima Araújo
cada parte do meu corpo
tem uma marca embutida
o céu, a lua, a luz, o sol, o dia, noite
presenciaram cada momento
não me pegam com tristeza
um passa tempo veloz
os cacos que solto
alegria,firmeza,certezas
não volto ao passado
é um mundo desabado
canto letras erradas para gresejos
o meu sorriso é um sim
o não é preciso em ocasiões
enquanto o tempo me marca
vai ficando o desenho no rosto, corpo
o verde é o meu melhor balsámo
o vermelho e o preto me fazem resaltarem
a beleza definida pelo olhar
atento nas profundezas de um Ser.
Varenka De Fátima Araújo
segunda-feira, 18 de junho de 2018
Carta para o filho
Ao meu querido filho
Vupt, Vidmar! É um prazer que não se explica seu nascimento...
Vou contar-te nossas andanças, agarrei-me ao meu querido menino com uma pitadinha do branco,
do índio e negro, meu garoto genuinamente Brasileiro. Cresces-te como a única verdade em minha vida,
na minha memória imprimo nestas linhas, a figura do meu pai passando ensinamentos para ti, diante do teu herói , seguis-te com bravura neste Mundo desigual.
E, de mais, além de tudo vences-te todas empreitadas.
Seja como for, somos parecidos na personalidade. Sim, somos destemidos neste chão rachado.
Meu filho, foste a melhor revolução em minha vida.
Varenka de Fátima Araújo
Salvador - Bahia - Brasil
Vupt, Vidmar! É um prazer que não se explica seu nascimento...
Vou contar-te nossas andanças, agarrei-me ao meu querido menino com uma pitadinha do branco,
do índio e negro, meu garoto genuinamente Brasileiro. Cresces-te como a única verdade em minha vida,
na minha memória imprimo nestas linhas, a figura do meu pai passando ensinamentos para ti, diante do teu herói , seguis-te com bravura neste Mundo desigual.
E, de mais, além de tudo vences-te todas empreitadas.
Seja como for, somos parecidos na personalidade. Sim, somos destemidos neste chão rachado.
Meu filho, foste a melhor revolução em minha vida.
Varenka de Fátima Araújo
Salvador - Bahia - Brasil
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Em noite de Lua cheia.
Em noite de lua cheia
Resumindo tudo
em pedaços de atos
Meus olhos nos seus
devorando nossos corpos
Borrei o seu corpo
com salivas incolores
Suas mãos deslizavam
como na dança do tango
Cheiros, mordidas, chupões
invadindo curvas intimas
Ofegantes e trêmulos
gozamos no mesmo momento
Os delírios dos prazeres
foram saciando no último passo
Por sorte, a lua cheia
presenciou um ato completo do amor.
Varenka de Fátima Araújo
Resumindo tudo
em pedaços de atos
Meus olhos nos seus
devorando nossos corpos
Borrei o seu corpo
com salivas incolores
Suas mãos deslizavam
como na dança do tango
Cheiros, mordidas, chupões
invadindo curvas intimas
Ofegantes e trêmulos
gozamos no mesmo momento
Os delírios dos prazeres
foram saciando no último passo
Por sorte, a lua cheia
presenciou um ato completo do amor.
Varenka de Fátima Araújo
sábado, 9 de junho de 2018
domingo, 3 de junho de 2018
Dr. Túlio da Boa Morte
Dr, Túlio da Boa Morte
Ele não era para mim somente meu amor
Um amor de um médico, acompanhando minha dor
Que foi meu amor entre anéis brilhantes
Impresso enfeites reais entre dois amantes
Sua voz grave soa na porta do ouvido direito
Vamos, vamos dançar minha querida
Viver, começava com um homem caridoso
Foi breve como o passar da lua entre nuvens
Pois agora só restou o a lembrança do seus feitos
Morrer tão cedo, não esperava aquele acidente
Era prudente, a mulher ao volante foi a culpada
Sua reluzente carreira de Doutro jovem foi efêmero
Bruscamente interrompidos por um freio
Dolorosa espera de dez dias no hospital
Por último um telefonema comunicando sua partida
Chorei, chorei como jamais chorei por um homem
Entre o céu um avião levou seu corpo
Para a cidade onde jaz o corpo do seu pai médico
Guardo sua imagem como a alma mais honesta
Hoje, esqueci de mim, de preto como o luto que vesti
Em todas missas, onde ás lagrimas inundavam meu rosto
Não sei tive a impressão, todos tinham o mesmo sentimento por Túlio.
Varenka de Fátima Araújo
Ele não era para mim somente meu amor
Um amor de um médico, acompanhando minha dor
Que foi meu amor entre anéis brilhantes
Impresso enfeites reais entre dois amantes
Sua voz grave soa na porta do ouvido direito
Vamos, vamos dançar minha querida
Viver, começava com um homem caridoso
Foi breve como o passar da lua entre nuvens
Pois agora só restou o a lembrança do seus feitos
Morrer tão cedo, não esperava aquele acidente
Era prudente, a mulher ao volante foi a culpada
Sua reluzente carreira de Doutro jovem foi efêmero
Bruscamente interrompidos por um freio
Dolorosa espera de dez dias no hospital
Por último um telefonema comunicando sua partida
Chorei, chorei como jamais chorei por um homem
Entre o céu um avião levou seu corpo
Para a cidade onde jaz o corpo do seu pai médico
Guardo sua imagem como a alma mais honesta
Hoje, esqueci de mim, de preto como o luto que vesti
Em todas missas, onde ás lagrimas inundavam meu rosto
Não sei tive a impressão, todos tinham o mesmo sentimento por Túlio.
Varenka de Fátima Araújo
sábado, 26 de maio de 2018
Dona Abigail
Eis então a história de uma mulher casada com filhos, a historia de Dona Abigail Rocha Matos, que viveu em sua casa na rua do cruzeiro em Juazeiro do Norte, Ceará. No mundo poucas pessoas conseguem uma romaria em sua porta, ela tinha o poder e conhecimento sobre homeopatia, pessoas de outros lugares procuravam em sua casa, ela com delicadeza perguntava o que a pessoa tinha, passava uns nomes no papel, dava umas bolinhas brancas, uma cura, o desconhecido voltava contente com um presente. A historia é real, na minha fragilidade, um dia voltei ao Juazeiro, desta vez para entrar na cena, na porta de Abigail, tinha de acabar com meu dilema, fui muito bem recebida, contei a verdade, queria uma formula de destruir com minha ansiedade, ouço, ainda sua voz me aconselhando, me deu uns frascos com às famosas bolinhas, beijei suas mãos, não sabia, foi um adeus. E feliz por um tempo fiquei, acabou o remédio, em Salvador não tinha, mas até hoje sinto um alívio com seus ensinamentos para amenizar a tal ansiedade. Dona Abigail merece uma estatua sua na cidade de Juazeiro do Norte, Ceará, Brasil.
Varenka De Fátima Araújo

Varenka De Fátima Araújo

Mulheres no volante
Mulheres, como arrimo de família
No volante de uma VAN
como operária do METRÔ
de outra maneiro no BUZUZINHO
dirige muito bem no ÔNIBUS
tem uma CAMIONEIRA
aqui na Bahia, são profissionais.
Armadilha
em todos veículos, não me machuquei
com o Jegue, levei um coice, ficou a marca.

No volante de uma VAN
como operária do METRÔ
de outra maneiro no BUZUZINHO
dirige muito bem no ÔNIBUS
tem uma CAMIONEIRA
aqui na Bahia, são profissionais.
Armadilha
em todos veículos, não me machuquei
com o Jegue, levei um coice, ficou a marca.

sexta-feira, 25 de maio de 2018
Ai, nas calçadas
Era cedo, ou, tarde, talvez
onde um homem esgotada da vida
estirado sobre um papelão no chão
a cada passo como na amrelinha
em outro quadrado, na mesma posição
um amargurava o peito, com mão estendido
mais um passo no terceiro quadrado
um crânio tremendo, acenando
não era normal nesta via, pode cre
está tão banal uma vida, aqui
no estado que estão, um suspiro será o último
são tantos iguais, na profundeza do nada.
Varenka de Fátima Araújo
onde um homem esgotada da vida
estirado sobre um papelão no chão
a cada passo como na amrelinha
em outro quadrado, na mesma posição
um amargurava o peito, com mão estendido
mais um passo no terceiro quadrado
um crânio tremendo, acenando
não era normal nesta via, pode cre
está tão banal uma vida, aqui
no estado que estão, um suspiro será o último
são tantos iguais, na profundeza do nada.
Varenka de Fátima Araújo
O gato amarelo
Um amigo de verdade.
Era uma vez um gatinho inteligente e depois abandonado.
Esse gatinho tinha a cabeça aberta por fungos, morto de fome, os ossos do corpo bem visível, parado na calçada.
Esse gatinho vive no interior, mas um novo dono, cuidou, passando remédio, boa ração, banho.
Lá o gatinho encontrou um lar, vivaz, todos gostam dele.
Senti- se bem, adaptou-se, amigo fiel.
Varenka De Fátima
Araújo
Era uma vez um gatinho inteligente e depois abandonado.
Esse gatinho tinha a cabeça aberta por fungos, morto de fome, os ossos do corpo bem visível, parado na calçada.
Esse gatinho vive no interior, mas um novo dono, cuidou, passando remédio, boa ração, banho.
Lá o gatinho encontrou um lar, vivaz, todos gostam dele.
Senti- se bem, adaptou-se, amigo fiel.
Varenka De Fátima
Araújoquarta-feira, 23 de maio de 2018
Atelier de Antonio C. Reboças
O inverno já anunciou, mas pela tarde o céu estava com nuvens brancas, sempre olho pro céu, rumei para o atelier de Antonio C.Antonio C. Rebouças, muitos anos nos separou, encontrei com um sorriso em seu espaço branco como uma nuvem cheio de telas e esculturas em minha prece, vi muito do artista e do homem que me emocionou muito, não sei demostrar meus sentimentos, como disse certa vez o professor Onias de Belas Artes: " Varenka sempre esteve na dela.". Obrigada Antonio C. Rebouças.

terça-feira, 15 de maio de 2018
domingo, 13 de maio de 2018
sábado, 12 de maio de 2018
Era só os pés
Era só os pés
na janela
não tinha suspeito
os pés no terceiro andar
poie é, não mostra o corpo
então
sobrou os pés
uns gritavam
se joga homem
é,e os pés estáticos
parece com pés de gigante
não, não se sabe boborô
deixa pra lá
sumiram
repetinamente
surge um anão
estavam olhando?
vão trabalhar
cambada de desocupados.
Varenka De Fátima Araújo
na janela
não tinha suspeito
os pés no terceiro andar
poie é, não mostra o corpo
então
sobrou os pés
uns gritavam
se joga homem
é,e os pés estáticos
parece com pés de gigante
não, não se sabe boborô
deixa pra lá
sumiram
repetinamente
surge um anão
estavam olhando?
vão trabalhar
cambada de desocupados.
Varenka De Fátima Araújo








