quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Andando na rua.

 Eu ando na rua sozinha a decissão é minha,

Lá vai eu catarorolando baixinho, a rua não tinha saída parei.

Com os pensamentos  parados por uns segundos e, voltei sem afobação, o tempo estava ao meu favor.

Já em outra rua tinha pessoas muito iguais, muitos cachorros, uns abadonados andando sem rumo, uns homens são mesmo crueis, já não se importam com o abadono.

Continui, porque a rua também é minha, na rua tem de tudo.

Parei numa pequena casa de verdura, o rapaz estava descascando aipim. perguntei ao rapaz, para que serve, ele respondeu para fazer bolo, cozico, para comprar e da de presente, para dar os outro e, aí sorrimos, sabemos que nada é de graça, por aqui é capitalismo.


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