Eu ando na rua sozinha a decissão é minha,
Lá vai eu catarorolando baixinho, a rua não tinha saída parei.
Com os pensamentos parados por uns segundos e, voltei sem afobação, o tempo estava ao meu favor.
Já em outra rua tinha pessoas muito iguais, muitos cachorros, uns abadonados andando sem rumo, uns homens são mesmo crueis, já não se importam com o abadono.
Continui, porque a rua também é minha, na rua tem de tudo.
Parei numa pequena casa de verdura, o rapaz estava descascando aipim. perguntei ao rapaz, para que serve, ele respondeu para fazer bolo, cozico, para comprar e da de presente, para dar os outro e, aí sorrimos, sabemos que nada é de graça, por aqui é capitalismo.











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