sexta-feira, 30 de maio de 2025
Renato Jorge que me salvou na terra
quarta-feira, 28 de maio de 2025
Vale tudo
Vale tudo
diz que me diz
o rico lesando o pobre
o pobre arreganhando a boca
a menina louquinha pra dar
o homem todo rasgado
mostrando a parte intima
a mulher mostrando o sagrado
esta tudo diferente
o que vale mesmo é o amor.
terça-feira, 27 de maio de 2025
Selmo Vasconcelos entrevista Varenka de Fátima e suas pinturas
domingo, 25 de maio de 2025
Justiça e Direitos humanos
Balança tradicional
Com Justiça e Direitos Humanos
Mesmo com som de fanfarra
É bastante sensacional
O povo esta bem desconfiado
Não suporta tanta bala perdida
Nem sangue jorrando dos filhos
Mulheres sendo mortas por homens
Querem um julgamento com direitos
E uma melhor consciência humana
Varenka de Fátima Araújo
sexta-feira, 23 de maio de 2025
Poesia de Erlan para Varenka de Fátima
Poesia na Esquina
Na esquina
Mora o perigo
beldades do dia
Um homem esfarrapado
voz irônica
uma moeda,
cara ou corôa
Uma mulher com moletas
anjo me salva
a virtude em apuros
Um rapaz
aos loucos tudo
será quê exite salvação
O sol me cega
Aristóteles
não aprendi oratória
não sei, não sei.
Varenka De Fátima Araújo- Bahia.
Cultura
Cultura.
O poder é dos que usam anéis cravejados de pedras
A divisa estava feita, sem renda ou com real
O teatro, talentos isolados, cenários sem lantejoulas
Músicos por trás de cantores que levavam fama
Os cinemas só de beldades que aspiram posições
Os que vivem dos temperos, cantarolando nos sertões
Descalços sem macacas vestidas de chitas, só o chapéu
Não vê que é grande o meu desalento, o povo despido
Pois não esqueçam sou artista do povo para o povo.
A cultura não será sepultada, ainda resta os que fazem por amor.
Não haverá fervuras que derreta os honestos da arte.
A Cultura de um povo não se apaga. Não, e não, e não.
Varenka de Fátima
quinta-feira, 22 de maio de 2025
Mentira
Mentira
Mentira..., não é mentira, assim vão vivendo, muitos contaminando os que não estudaram. Uma senhora bem vestida ficava repetindo, parecia um refrão de música. A outra vestida de azul, a cor que o homem fez tando e descobriu como fazer o pigmento azul. A vestida com um tubinho da cor azul da brussia completou p...., partiram, não roubaram nossa língua pátria e o nosso português vai ajudar na mentira, gírias vão cobrir a mentira, escrever já era difícil, pior vai ficar, já brigavam com a vírgula, o chapeuzinho perdeu o vovô e o Tonico continua....É mentira Tonico?...Não.
Varenka de Fátima
Soneto - Pode ser distancia este mar
Pode ser distancia este mar
ou um caminho de ligação
só no mar eu de leve tocar
sinto os dedos de tua mão
nossas palavras estão unidas
num dueto, soneto eternamente
emoções, amizades sentidas
que ficam além do presente
aqui te deixo este soneto
como verdadeira gratidão
por tua amizade, teu coração
sito-me agora ser completo
por ter um soneto publicado
e tua amizade ter conquistado
Carlos Dias
Que a distancia deste mar
seja o caminho de ligação
se no mar quiseres me tocar
unindo nossos dedos das mãos
nossas palavras para sempre...
belo dueto, sonetos eternos
sincera amizades sentidas
que ficam além do infinito
este teu soneto indelével
demonstra tua imensa gratidão
veste em mim lagrimas, emoção
sito me hoje ser felizarda
por termos um soneto publicado
tua amizade, uma preciosidade
Varenka de Fátima
terça-feira, 20 de maio de 2025
Da distância da terra para o céu
Abri a janela do meu quarto.
Da distância que media milhões da terra para o céu, um raio rachou nuvens,
com minha lucidez, vi o meu pai emanado luz.
A desculpa da morte não me separou do meu amado pai.
Saio da janela e fico lembrando do homem que será sempre meu herói,
honrado, honesto, era poliglota, tinha um veneração por sua família.
Subitamente tenho a visão do artista, tocando piano, cantando e tentando
me ensinar tocar acordeon, aulas que não absolvi.
Com sua saudável aconchego, aprendi escrever, um pouco de política,
como vencer às diversidade que à vida nos impõe.
Quando estou fragilizada, ou, em apuros, não demora o cansaço, vou dormir,
sempre em sonhos meu pai surge ao seu redor na cabeça um elmo que ilumina.
Quando vim ao mundo escolhi Francisco Chagas Araújo para ser meu pai, irmão, amigo,
que me acompanhou e vive em minha mente por toda vida.
Devo o que sou ao homem amado por todos em um convívio de harmonia.
E do bem, eu amarei eternamente, pai é para toda vida.
Varenka de Fátima Araújo
Beethoven
Foto de Rubens Antonio
Texto de Varenka de Fátima
segunda-feira, 19 de maio de 2025
Mini conto - na casa do Açaí
Um local aconchegante
Mesas dento e fora com uma bela paisagem
- Dois senhores conversavam, um de cabelos grisalhos o outro cabelos pintado de preto
- O senhor de cabelos grisalho, meu amigo as pessoas estão ficando banalizando a morte
- O de Cabelos pretos, leis cheias de brechas , qualquer bobagem e o sujeito mata, sem falar que a morte chega para todos, só não sabe o dia, e a medicina já descobriu o dia que o bebê vai nascer, mas o dia da morte é um mistério
- O grisalho, amigo melhor não saberem, porque a matança está sem controle, imagine se souberem o dia da sua morte, eles vão fazerem pior.
- Levantaram, pagaram e se foram.
Dança do ventre com o véu
Entrego me plena à dança
Na evolução fico bem leve
Para os deuses, eu ofereço
Arte divina! eleva o espírito
Em extensão de uma bailarina
Movimento os braços e as mãos
A seda faz parte do figurino
De várias cores, um encanto!
Durantes a dança jogo o véu
Transparente, com toda leveza
Equilibrada desloco me em giros
Discreta vislumbro quem o pegou
Essa intensão esta preservada
Não será desvendada...Mistério!
domingo, 18 de maio de 2025
Poesia - Beth
Beth
Ela,
vem faceira
mil caminhadas
em todas com sabedoria
família é para guardar
em Barcelona uma festa ímpar
em Recife deixou uma fortuna para trás
não armazena moedas
suas mãos desenham moldes
em linhas de cores
uma blusa, um vestido, uma mandala
uma força extraordínaria nos olhos
veio do sertão com toda fortalecida
uma boneca de porcelana em uma foto
com um sorriso segue sua trilha
uma rainha que não está no trono da Inglaterra
Elizabete Galdino Sá
minha prima com todo amor.
Varenka De Fátima Araújo
Varenka de Fátima
Poesia - Ana Frank
Ana Frank
Era uma pequena cheia de ideias
Tinha tantos sonhos indeléveis
Desperta para quimera, fantástica
Esperta de braços para o horizonte
Sensível, seu coração lamenta
Que seus amigos em peso se foram
Burlava suas emoções vivas
Que no exílio, tanto sofria
Era uma pequena valente
Nem o cárcere fez recuar
Sinal de uma menina genial
Em letras foi confirmado
Os infames no esquecimento
Vermes sustentados por infernais
Que o mundo baniu os malfeitores
Que todos saibam do século maldito
Era uma pequena com muito amor
Modesta, queria apenas viver
Por suas mãos ficaram letras
A qual, a morte não apagou.
sábado, 17 de maio de 2025
Carta para Renato Jorge
Faz frio, meu querido amigo, mas como aprendi muito com você sobre politica e sinto não poder acompanha lo nas assembleias devido estar me tratando, por causa do acidente que sofri, mas tive de resolver umas pendências de trabalho, esperei o chefe do setor calma por horas, mas valeu a espera, feito o que devia e terminado apenas com vinte minutos, e como o assunto que comentavam era o estadista Lula do Brasil que fica na América Latina ter ido para Rússia , depois para China para fazer alianças entre os dois países, o chefe o que me preocupa é o comunismo dos dois países, principalmente o da China, eu sorri respondendo a China é capitalista, o chefe, mas a Rússia de guerra, porquê temer quem esta certo, sei que essa guerra não vai durar 100 anos vai terminar, o chefe se engasgou a China é capitalista, então comecei a dizer o que era comunismo, socialismo, capitalismo ao terminar de esclarecer, o chefe disse: Varenka gostei desta nossa conversa sorrimos, ele me agradeceu, eu apertei a mão dele. Até breve chefe.
sexta-feira, 16 de maio de 2025
Assim, como meu pai
Assim, como meu pai
Acho que são cinco da manhã
não, não são quatro horas
era a hora que meu pai acordava
dormia com os livros na cama
pegava religiosamente um livro, lia
para vencer a monotonia, tomava café
lá pela sete da manhã, era um defenssor
da leitura e educação igualmente para todos
bom dia pai, ele, você deve levar meus livros
é tão difícil viver sem meu pai
fico em pose como ele para senti lo aqui
uma dor incomoda, não posso olhar para trás
resolvi escrever, escrever
para escapar da dor, até hoje a arte do tropeço
resolvi me abanador de mim, por mim, para os outros
não pra mim mesmo, fora do tempo
com um papel e caneta sou risco em vermelho
ou, a rainha vermelha, cabelos de fogo
é assim, um amigo me chama
estou escrevendo porque fico lúdica
insisto nisso, sem saber o quê vai acontecar
nem aqui, nem no norte, nem no sul
não se ganha, não se é reconhecido
amigo, um livro pode abrir uma cabeça
entendeu a questão?
Varenka de Fátima Araújo
Dueto - Eu dedico-te um, tu dedicas-me outro
Eu dedico-te um, tu dedicas-me outro
De mim para ti:
Dono do peito (e não, do coração)
Sou dono da paixão
e não, dono do coração.
Se sou triste ou feliz,
sou o que a vida quis.
Trago em mim a dor,
e levo comigo, o amor.
Abraço a vida e Deus,
faço do olá o adeus.
Sou dono da ilusão
e não, dono da solidão.
Se sou fraco ou forte,
sou o azar e a sorte.
Levo comigo os dias,
e trago em mim, alegria.
Abraço o céu e o mar,
faço da lua um lugar.
(Sou dono da vida, não do destino)
Miguel Guerreiro
De ti para mim:
Sou Varenka, Venka, Vava
Sou das bandas do Ceará
Vivo na terrinha do sorrisos
Faça sol, faça chuva cantarolando
Também com muito rebolado
Não adianta ensinar
A vida é mesmo assim
Sinceramente sou assim...
Forte como o sertanejo
Ando atenta ao escutar
Os falantes e arremato num conto
Preencho um formulário
Com literatura do meu modo
Pra mim, tudo tem um porém
Olha viver é para os corajosos.
Varenka De Fátima Araújo
quinta-feira, 15 de maio de 2025
Meu coração
quarta-feira, 14 de maio de 2025
Soneto -Eu reforço nossa amizade
Intensifico a confiança que me domina
Encantando a alma, rápida e dócil
Onde a água corre limpa e cristalina
Que envolve um olhar festivamente
E percorro no vento tão suavemente
Enrosco o coração em corrente fina
Onde sorrimos, um sorriso tão alegre
Que traz a avalanche ao cair da neblina
Como dar laços e laços de amizade
Dos amigos adquiridos numa verdade
A que permanece fielmente à terra
Feito uma escrita sem tanta falsidade
Deixa nascer radiante de sinceridade
Uma bela e verdadeira amizade eterna
Varenka de Fátima









