Carta para Jorge Aliaga
segunda-feira, 27 de setembro de 2021
Carta para Jorge Aliaga
Minirrevistinha Literária
Foi uma parceria de 2 anos com o Editor Marcos Toledo, que enviava às revistinhas pelo correio gratuitamente, de repente acabou, ficou a lembrança desta que encheu meu vazio. Onde vc estiver, Marcos Toledo. Gratidão eterna.
Labirinto
sexta-feira, 17 de setembro de 2021
Está chegando a Primavera
quarta-feira, 15 de setembro de 2021
João e muitos Joãos
João segue o lado oposto
em silêncio, já não tem voz
e os ossos nus, cor de leite
são seu prato do momento
a rota que segue ele fica rígido
uma calçada e papelões é sua casa
domingo, 12 de setembro de 2021
Um Leque
O leque que abre
Não para o vento
Não mostra força
É puro alívio
No abrir e fechar
Mostra um rosto
Que tem corpo
Que possui DNA
Que não se pode
Negar suas etnias
domingo, 5 de setembro de 2021
sábado, 4 de setembro de 2021
Meu desenho
Na minha cabeça saiu este desenho direitos não respeitam, parece um aposentado deformado pelo tempo, seus direitos não respeitam, seguem massacrando, tirando cada vez mais de suas aposentadorias, tratam como bichos, com nojo.
7 de setembro.
Não haverá o desfile de 7 de setembro, os gritos bradarão, tudo é tão diferente dos outros anos.
quarta-feira, 1 de setembro de 2021
Vem primavera
Todo é dia é de luta.
Lá vamos para terceira dose da vacina contra Convid 19 , no primeiro dia da primavera, pessoas de 80 anos e mais, podem dirigir se aos postos para receberem no braço a vacina, já se passaram dois anos , na minha conta vai ate 2025, quando a maioria estarão vacinados e o vírus se banido desta terra,
domingo, 29 de agosto de 2021
Bodas de prata
Comemorando do meu jeito, minha bodas de prata na Literatura, não foi fácil publicar no país da desigualdade, pagamos um custo alto para publicar um livro, caminhos percorridos como um cansaço, mas, valeu, valerá esta empreitada, mesmo caminhando contra tudo e todos.
quinta-feira, 26 de agosto de 2021
Essa janela
Essa janela não é de Pessoa, desta janela vejo a rua, uma infinidade por horas e horas, um vai e vem de pessoas passam, vejo muitos pobres trabalhadores que chamam de camelos, eles ficam nas calçadas vendendo , roupas, frutas, comidas, são vidas que importam. Os carros passam, mas não consigo ver os rostos cobertos por máscaras, o sol brilha, mas tudo é muito triste, então, espero que venha setembro para florir a rua, que seja mais colorida, e, vou esperando melhores dias.
Retalhos de Varenka
Como uma saia de retalho
Vivo todo círculo costurada
Quantas lições tive e terei
Mas, a vida vale vive lá
Uma vez sarada faço planos
Esperando um povir.
terça-feira, 24 de agosto de 2021
Homenagem a Jorge Aliaga
" VerAsis" a Jorge Aliaga
segunda-feira, 23 de agosto de 2021
Plantar
Estamos precisando plantar muda
Se não planta na cidade
O sertão fica sem comida, é uma troca
A terra é de todos
Mas os lotes maiores são dos ricos
Uma terra fértil com semente crescem
Em toda parte mudou a natureza
Só não mudou os homens
Uma realidade que a pandemia não conseguiu mudar
Então, a terra recebe seus filhos.
domingo, 22 de agosto de 2021
Como está a selva de pedra.
Estou perplexa com os dez mil que detém o poder e acham que os trabalhadores são seus escravos
Estou despedaçada com os dez mil que falam em lealdade ou que devemos
A sensação que tenho que a pandemia não deu uma lição
Que povo imbecil
Colocam uma bíblia no braço como se fosse Deus
Estou cercada de idiotas, como se fosse Alice no país tropical
Pessoas colocam fogo no pobre que não tem lar, dormindo ao ar livre
Essa gente não é humana, são bestiais na selva de pedra
Estou despedaçada de tantas loucos ao meu redor.



