
domingo, 30 de setembro de 2018
sábado, 29 de setembro de 2018
Novo tempo
Eu lastimo meus irmãos
Ter hoje o avanço na tecnologia
E a ciência em altos voos
Nas unhas dos gaviões
Que só é peixe grande
Manipulam em seu favor
Olha a desgraça ao redor
Solucei nesta tempestade
O mundo estar em risco.
Varenka de Fátima Araújo
Ter hoje o avanço na tecnologia
E a ciência em altos voos
Nas unhas dos gaviões
Que só é peixe grande
Manipulam em seu favor
Olha a desgraça ao redor
Solucei nesta tempestade
O mundo estar em risco.
Varenka de Fátima Araújo
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Era uma vez uma irmã
Mina irmã mais nova desde criança era diferente.
Meu pai murmurava baixinho ela precisa de todo cuidado, fizeram tudo por ela, todos tratamos com mimos e cuidados.
Ela gosta de remoer o passado, desafia, manipula para atingir seus objetivos.
Mas, decidi me afastar por ter de cuidar da minha fragilidade, acidentada quebrei o fêmur, operada estou me recuperando, tem sido um drama doloroso.
Fadila tem um olho grande, telefonou dia vinte e dois de setembro, não para me oferecer rosas, mas, para pedir, o que já tinha dado, percebi a manobra, neguei, ela me ameaçou por telefone.
Famílias de hoje perderam o respeito pelos mais velhos, estão agindo como não fossem irmãos.
Varenka de Fátima Araújo
Meu pai murmurava baixinho ela precisa de todo cuidado, fizeram tudo por ela, todos tratamos com mimos e cuidados.
Ela gosta de remoer o passado, desafia, manipula para atingir seus objetivos.
Mas, decidi me afastar por ter de cuidar da minha fragilidade, acidentada quebrei o fêmur, operada estou me recuperando, tem sido um drama doloroso.
Fadila tem um olho grande, telefonou dia vinte e dois de setembro, não para me oferecer rosas, mas, para pedir, o que já tinha dado, percebi a manobra, neguei, ela me ameaçou por telefone.
Famílias de hoje perderam o respeito pelos mais velhos, estão agindo como não fossem irmãos.
Varenka de Fátima Araújo
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
Ave Maria
Mas eu sempre vigiando
ao pôr da tarde
olhos fechados serenos
mil e uma estrelinhas
piscavam como vaga lumes
subiam como foguetes
em suplica ao Senhor
perdoa meus pecados
mudei a oração
piedade para os tratantes
piedade para os que não sabem
para os traídores
dos cidadãos canalhas
como manda a tradição do brinquedo
de olhos abertos
uma nuvem pretinha
com ela se foi meu sorriso
ouvi Bach e sua " Ave Maria"
Varenka De Fátima Araújo
ao pôr da tarde
olhos fechados serenos
mil e uma estrelinhas
piscavam como vaga lumes
subiam como foguetes
em suplica ao Senhor
perdoa meus pecados
mudei a oração
piedade para os tratantes
piedade para os que não sabem
para os traídores
dos cidadãos canalhas
como manda a tradição do brinquedo
de olhos abertos
uma nuvem pretinha
com ela se foi meu sorriso
ouvi Bach e sua " Ave Maria"
Varenka De Fátima Araújo
Para participar
BOA NOITE ARTISTAS PLÁSTICOS!!!
FAÇA A SUA INSCRIÇÃO PARA O ENCONTRO DOS ENCONTROS.
www.fundacaonbonelli.com
FAÇA A SUA INSCRIÇÃO PARA O ENCONTRO DOS ENCONTROS.
www.fundacaonbonelli.com

segunda-feira, 17 de setembro de 2018
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Podem não
Podem negar tudo
como invasor venderem terras
nunca terão um pedaço do céu
nem morto uma listra terão
fitei o céu e meditei comigo
uma estrela brilhava como guia
mostrando tudo é de Deus
procurei o cruzeiro do sul
entre os retângulos da corda
fiz um sinal como proteção
roguei harmonia entre os homens
Varenka de Fátima Araújo
como invasor venderem terras
nunca terão um pedaço do céu
nem morto uma listra terão
fitei o céu e meditei comigo
uma estrela brilhava como guia
mostrando tudo é de Deus
procurei o cruzeiro do sul
entre os retângulos da corda
fiz um sinal como proteção
roguei harmonia entre os homens
Varenka de Fátima Araújo
sábado, 8 de setembro de 2018
Primeiro passos com meu corpo.
Meu corpo pesava, mas que o habitual, minhas pernas zanzavam, com sol labuzando meu corpo, vestida de saia indiana, camiseta, sandálias rasteiras, fui dar ordem nas coisas, eu vi o Frajola de la Barca em uma cesta na calçada, tive saudades dos dias que me seguia, a casa branca estava como um monumento importante, falei com um amigo e, não tive resposta, não me ouviu. Segui demarcado meu espaço, encontrei com a Doutora Ruana me abraçou longamente, ela contribuiu muito no dia que fui acidentada, solta no ar proibido, sigo sem um pouquinho de medo.
Varenka De Fátima Araújo
Varenka De Fátima Araújo
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
O tempo.
O tempo cura
no silêncio
na ausência
mergulha na fragilidade
como vidros partidos
ele tem razão
o sol marca
como o relógio
desafiando virando
ao avesso o invariável
na tela da rua
lentamente os segundos
apagam o sofrimento
da severa realidade.
Varenka de Fátima Araújo
no silêncio
na ausência
mergulha na fragilidade
como vidros partidos
ele tem razão
o sol marca
como o relógio
desafiando virando
ao avesso o invariável
na tela da rua
lentamente os segundos
apagam o sofrimento
da severa realidade.
Varenka de Fátima Araújo
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Cantinflas
Mario Moreno " Cantinflas"
Está no palco do Universo
O artista popular como "Cantinflas"
Da ribalta do México para o Mundo
Tiveste de raro, tua interpretação
Firme e forte com dureza
O público reagia com sorrisos
E, o Globo de Ouro foi teu, merecido
A tua natureza humana sem egoísmo
Talvez por teu caráter nobre
Às portas abriram por teu talento
Sustentando tua generosidade
Entraste para o Templo dos imortais
Varenka de Fátima Araújo

Está no palco do Universo
O artista popular como "Cantinflas"
Da ribalta do México para o Mundo
Tiveste de raro, tua interpretação
Firme e forte com dureza
O público reagia com sorrisos
E, o Globo de Ouro foi teu, merecido
A tua natureza humana sem egoísmo
Talvez por teu caráter nobre
Às portas abriram por teu talento
Sustentando tua generosidade
Entraste para o Templo dos imortais
Varenka de Fátima Araújo

domingo, 26 de agosto de 2018
Dueto-Devoro
Rock Wolf El Brujo Mordo, devoro…
Cravo unhas e dentes
caindo na tua armadilha
se liberta só para mim…
Me deleito do teu gozo
que escorre e me alimenta
e transformo teus olhos
em rubis de incomparável valor.
Me solto na tua noite e ouve meu uivo
Na tua lua, me alimentarei de ti!
Isso se atreva com sua boca em mim!
Morde, me devora
Crave suas unhas e dentes
em minha pele da cor da neve
entre e penetre em meu paraíso
liberta estou para gozar
em jatos escorre e te alimento
meus olhos fitam tua alma
na noite ouço o teu uivo
minha boca molhada
passa em teu corpo como se fosse o meu
foi apenas um sonho.
Varenka
Cravo unhas e dentes
caindo na tua armadilha
se liberta só para mim…
Me deleito do teu gozo
que escorre e me alimenta
e transformo teus olhos
em rubis de incomparável valor.
Me solto na tua noite e ouve meu uivo
Na tua lua, me alimentarei de ti!
Isso se atreva com sua boca em mim!
Morde, me devora
Crave suas unhas e dentes
em minha pele da cor da neve
entre e penetre em meu paraíso
liberta estou para gozar
em jatos escorre e te alimento
meus olhos fitam tua alma
na noite ouço o teu uivo
minha boca molhada
passa em teu corpo como se fosse o meu
foi apenas um sonho.
Varenka
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
terça-feira, 21 de agosto de 2018
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Sensações
Sensações de apuros
no fundo do abismo
não chorarei, não chorei
antes devo pedir perdão
não quero o céu
não quero morrer
a vida que Deus me deu
que vale uma lembrança
meu momento é viver
lá se esconde um pouco de loucura
mais um gozo de um amor
que a face não mostra
cobrindo minha visão
erguendo deste turbilhão de escuro
calada ouvi o cântico
uma palavra de salvação.
Varenka De Fátima Araújo
no fundo do abismo
não chorarei, não chorei
antes devo pedir perdão
não quero o céu
não quero morrer
a vida que Deus me deu
que vale uma lembrança
meu momento é viver
lá se esconde um pouco de loucura
mais um gozo de um amor
que a face não mostra
cobrindo minha visão
erguendo deste turbilhão de escuro
calada ouvi o cântico
uma palavra de salvação.
Varenka De Fátima Araújo
O que vejo
O que vejo
homens no meio do caminho
velozes, possantes, intocáveis
à terra, o mar, podem sucumbirem
sem ofensas, sem direção
casos estranhos
da sábia história
o céu para, estrelas apagam
não haverá exposição
sobra o nada.
Varenka de Fátima Araújo
homens no meio do caminho
velozes, possantes, intocáveis
à terra, o mar, podem sucumbirem
sem ofensas, sem direção
casos estranhos
da sábia história
o céu para, estrelas apagam
não haverá exposição
sobra o nada.
Varenka de Fátima Araújo
sábado, 18 de agosto de 2018
Pernas
Aqui embaixo da linha do Equador
mostrei com toda luta
muito mais que a cantora Madonna
não fiz plástica, dancei desenhando
com minhas pernas sem meias finas
não tenho sabença no canto
mas, no passo da dança estou
me superando sem delongas.
Varenka de Fátima Araújo

mostrei com toda luta
muito mais que a cantora Madonna
não fiz plástica, dancei desenhando
com minhas pernas sem meias finas
não tenho sabença no canto
mas, no passo da dança estou
me superando sem delongas.
Varenka de Fátima Araújo

Café
O bule de café
no fogão
soprando a teste
um cheiro
outras coisas esquecidas
Varenka De Fátima Araújo
no fogão
soprando a teste
um cheiro
outras coisas esquecidas
Varenka De Fátima Araújo
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
PAZ
Pela paz
Criador do Universo
Recorro ao Senhor criador
Mostra aos ganancioso
Que geram miséria, escárnio
O caminho da paz
Acompanhando toda vida
Senhor, criador do Mundo
Para os materialistas, exibicionistas
Indica uma luz de fraternidade
No mundo do ódio das raças
De cores amarelas, negras, brancas, morenas
Mais união pela paz
Senhor criador, sei que tudo pode
Em seu nome, creio
Acene que cessem às guerras
Que o genocídio seja banido
Mande urgente PAZ
Obrigada senhor criador
Por existirem poetas da Paz.
Varenka de Fátima Araújo
Criador do Universo
Recorro ao Senhor criador
Mostra aos ganancioso
Que geram miséria, escárnio
O caminho da paz
Acompanhando toda vida
Senhor, criador do Mundo
Para os materialistas, exibicionistas
Indica uma luz de fraternidade
No mundo do ódio das raças
De cores amarelas, negras, brancas, morenas
Mais união pela paz
Senhor criador, sei que tudo pode
Em seu nome, creio
Acene que cessem às guerras
Que o genocídio seja banido
Mande urgente PAZ
Obrigada senhor criador
Por existirem poetas da Paz.
Varenka de Fátima Araújo
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Pai, avô
"Avohai"
Aqui, papai
Professor para viver
Sem ter mesa farta
Eu fui a felizarda
Colocava seu parco prato
Eu devorava sua carne
Mas está em outro plano
Sonhos misturado com lembranças
Em todos meus apuros
Em sonho aparece
Pai e avô dedicado
Varenka De Fátima Araújo

Aqui, papai
Professor para viver
Sem ter mesa farta
Eu fui a felizarda
Colocava seu parco prato
Eu devorava sua carne
Mas está em outro plano
Sonhos misturado com lembranças
Em todos meus apuros
Em sonho aparece
Pai e avô dedicado
Varenka De Fátima Araújo

sábado, 11 de agosto de 2018
Suplica
Suplica
Não mostrarei os meus calos
Meu andar vacilante
Do triste olhar
Meu caro senhor
Basta tantos mendigos perambulando
Do pobre sem o saber
Das crianças pendintes
Do trabalhador procurando
Dos mesquinhos desfrutando os frutos
Dos traídos dedilhando
Dos engravatados mostrando o ladrilho
A carapuça pega.
Varenka de Fátima Araújo
Não mostrarei os meus calos
Meu andar vacilante
Do triste olhar
Meu caro senhor
Basta tantos mendigos perambulando
Do pobre sem o saber
Das crianças pendintes
Do trabalhador procurando
Dos mesquinhos desfrutando os frutos
Dos traídos dedilhando
Dos engravatados mostrando o ladrilho
A carapuça pega.
Varenka de Fátima Araújo
Vida, não ao aborto
Vida, não ao aborto
Viva a lei da natureza
Eu bem sei, fui a escolhida
Os embriões procuram um lar
São anjos cumprindo missões
Por mistérios ocultam virão
Fugo das leis de uns homens
Das pílulas fabricadas para expelirem
Dos bisturis provocando os abortos
E mil outras pancada certeiras
Canto, canto o mal esmagador
Canto, enaltecendo à vida
Com esse orgulho de mulher
Eu honrei o juramento
Com um voto imortal: VIDA.
Varenka de Fátima Araújo
Viva a lei da natureza
Eu bem sei, fui a escolhida
Os embriões procuram um lar
São anjos cumprindo missões
Por mistérios ocultam virão
Fugo das leis de uns homens
Das pílulas fabricadas para expelirem
Dos bisturis provocando os abortos
E mil outras pancada certeiras
Canto, canto o mal esmagador
Canto, enaltecendo à vida
Com esse orgulho de mulher
Eu honrei o juramento
Com um voto imortal: VIDA.
Varenka de Fátima Araújo







