Sejam bem vindos ao meu Blog

"O Artista se eleva pelo prazer da beleza dentro de sua criação."

Minha origem

Sei que amo. Conheço minha origem, respeito a mim mesma, tenho consciência da miscigenação e da minha cidadania.

Bahia de Todos os Santos

Moro na Bahia de Todos os Santos, abençoada por 365 igrejas, um legado deixado pelos Portugueses. No sincretismo religioso, o abraço com todas as religiões.Um povo que vibra sem intolerância religiosa.Tenho fé e amo meu povo!

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Vinicius de Morais

O poetinha do meu Brasil
Um homem que soube galgar
Com seu canto menestral
Suas palavras bebem sabedoria
Um vate de verdade
Dizem também que sua lida
Foi ser diplomata em Los Angeles, Paris e Roma
Do mundo da gloria presenciou
Reinou entre mil amores
Provou das emoções mais físicas
Dorme poeta suas letras foram firmadas
O céu aceitou o artista completo

Varenka de Fátima Araújo

Do jeito que ela gosta


sábado, 21 de dezembro de 2013

Um dia de Chuva

Aqui chovia muito, relâmpagos, trovões.Ela na lanchonete percebeu um rapaz descalço  segurando um saco com objetos velhos que olhava para uma coxinha. Ela pede uma coxinha de galinha e um suco, entrega ao rapaz que mastiga calmamente olhando aquele dilúvio,ao terminar sua primeira refeição se foi na chuva.Ele estava vestido de vermelho sujo todo molhado.Ela com sua sombrinha chinesa tentou atravessar a rua, temia os raios e sua roupa ficou encharcada.Para chuva que para tudo.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Francisco das Chagas - Chaguinhas

Devo confessar que eramos muito parecidos fisicamente. Dizem que meu pai foi um intelectual, exímio poliglota, bem valente como Lampião.
Não sei. Afirmo que ele foi o meu conselheiro, meu amigo, sua alma de poeta e cantor me agasalhou por toda vida.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Revista Literária - Café Com Letras - Academia de Letras de Teófilo Otoni

Participei da Revista Literária - Café Com Letras da Academia de Letras de Teófilo Otoni e estou disponibilizando o pdf.

Café Com Letras.
Autoria: Academia de Letras de Teófilo Otoni
Ano: 2013
Tamanho: 2,50 MB
Formato: PDF

sábado, 14 de dezembro de 2013

Madre Tereza de Calcutá

Madre Tereza de Calcutá

Longe,  bem longe pequena bondosa
Crença, amor, nobre e esperança
Olhos fixos nos enfermos
E  a sua mão firme sobre um corpo
Então lavava como uma mãe
Murmurava, implorando ficar na Índia
Pois que seja! Virtuosa pedinte
Ó Madre Tereza de Calcutá
Que o seu juramento foi cumprido
Vestida de branco e um manto branco e azul
Fazem  hoje muitos anos
Que sua vestimenta é reconhecida
Como uma  caridosa  fundadora
Da Congregação  Missionária da Caridade.


Varenka de Fátima Araújo      

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Certificado da Bibioteca Comunitária João Rodrigues de Mattos

Prof. Francisco Assis Mattos - os livros
Na Biblioteca Comunitária João Rodrigues de Matos - a história
Itarema - Ceará - minha memória
Desfruto sua recompensa
Uma escritora tagarela, agradece.

Varenka de Fátima Araújo


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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Ordem dos Poetas do Brasil


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Uma baiana na Praça da Sé

Canta, canta baianinha
Canta, canta Varenkinha
Canta com sua voz pequenina
Chora a partida do Ceará
Magricela, irriquieta, sorridente
Canta como se fez mulher
Sensual, vigorosa, lutadora
Canta a guerreira da Bahia

Varenka de Fátima Araújo



terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Solidão

Eu vivi na escuridão
No imenso isolamento
Ponho nesta solidão
Meu maior sentimento

Varenka de Fátima Araújo

Gonçalves Dias

Gonçalves Dias


Sete horas da manhã
Abro janelas e portas
Um céu cinzento fere a vista
Palmeiras  raquíticas sem verde
Os sábias num canto sem som
E o vento seco varre sem fronteiras

É pitoresco este cenário
Rios com manchas pretas
Corem para o mar, uma tragédia
Uns sem sustendo de uma desgraça
Águas que vestem a terra  desbotadas

Que abrem fendas como cemitérios
Eu recomponho meu corpo ardente
Nas cores que aquecem vibrantes
Estou hoje convencida, nesta desdita
Gonçalves Dias se estivesse aqui
Pavoroso seria  sentir,dorme poeta

Varenka de Fátima Araújo

domingo, 1 de dezembro de 2013

O que quero


Este teu olhar penetrante
Esta tua boca que me alcança
Fico toda enfeitiçada
Totalmente doidivana,me expõe

Espero teu entrar e sair
E teu mel para ser sugado
Por mais que estejas longe
Este detalhe não importa.

Avança...Ignora os olhares...
Ignora as palavras,vem no cio
Para te devorar e saborear
Como uma leoa faminta.

varenka de Fátima Aaraújo

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Dança do ventre com taças e velas


domingo, 24 de novembro de 2013

Pilulas para Viver

Avante com minha vida
Com o avanço da ciência
Pilulas de várias cores
Ao vir da aurora
Tomo uma  branca e azul

Antes do café
Bebo água com uma branca
Pintam com vigor meu corpo
Cheiro de cravo a rosa
Vivo esbanjando a rosa
Vermelho e  transparência

Ao meio dia
O sol esquenta o sangue
O almoço colorido
Mas eu sempre vigiando
Me rendo em obediência
Engulo o liquido incolor

Ao por da tarde
Quando o sal se põe
O jantar com moderação
Mais uma da cor vermelha
Que resseca minha língua
E me calo pensativa

Alívio na noite
Um pó branco vai pro ossos
Com o perfume das rosas
Se tantas pilulas são drogas
Me viciaram para viver
Avante que é vida que amo.

varenka de Fátima Araújo



quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Sem o meu eu

Uma bendita agulha
cruza meu corpo
ligada a mim por uma mão
tintas sanguíneas escorrem
na ausência dos meus sentidos
estou no vácuo ou no exílio
não maldigo meus antepassados
o amor que sinto pela pátria
diviso a morte da vida
prefiro a quimera sublime
de um novo dia.

Varenka de Fátima

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Bate-Papo Mulheres na Literatura - Livraria Leitura na XI Bienal do Livro Bahia






Foi uma Honra participar do Bate-Papo na Livraria Litura na XI Bienal do Livro da Bahia.


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Tarde de autografos na Bienal do Livro de Salvador


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Livro Mil poemas a Oscar Alfaro

Abaixo segue o link do livro Mil Poemas a Oscar Alfaro que participei com uma poesia.




Ficam às dores

Um engarrafamento perto do cemitério
Deve ser um concerto
Pobre dos instrumentos
Nem um som da consertina
O grave parrar dos carros
Nossa primeiro o caixão
Lá se vai Pedro, ou João
E os mortuários cânticos
Lá se vai Maria, ou Joana
Não se sabe a causa da morte
Num lúgubre espaço
Desce um corpo e às dores ficam.

Varenka de Fátima Araújo




domingo, 27 de outubro de 2013

O Que sempre fui

O que sempre fui

Amo o pobre
não comungo com o soberbo
vivo como uma leoa
tenho poucos amigos
sem fome sou boazinha
faço poesia e não sou poetisa
digo muita sem nexo
não vou dar volta ao mundo
tenho os pés ficado no chão
tenho vontade de mudar
luto contra a injustiça
fico irada com os que tiram
os nossos direitos conquistados
pancadaria suportei
ainda tenho meu escudo
neste momento conturbado
onde reina a insanidade
não faço grossas vistas
das mil vontades dos poderosos
que a lei seja cumprida, justiça
nesta dupla mão
sigo na ninha, sozinha
não sou uma viagem
um dia serei ossos
que adobarão a terra.

Varenka de Fátima

O menino (Sem a letra B)

O menino
ateu
jorrou
vermelho
ferido
no fundo
do poço
flutuou
depara com erro
no mundo.


Varenka de Fátima Araújo

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Desencanto

Desencanto

Meu pai, em nossas andanças
Ficou na minha lembrança
O que na sua confiança
Mostrou com maestrança
Mulher só no contra encanto
Jovem podia viver entretanto
Sem sentir por enquanto
O vazio sem espanto
Com a idade, não é igual
Não consegue o homem ideeal
Ela cai na real
Fica na disputa desleal

Varenka de Fátima Araújo