quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Lene Muniz na posse de Membro da A.L.M.A.S
Lene Muniz
Cena inaugural, eu segura da minha luta colocando o simbolo da A.L.M.A.S na Confreira Lene Muniz, não desviei nem um segundo meu olhar e com palavras cheias de domínio na arte e esperança. fiz deste momento uma glória.
Cena inaugural, eu segura da minha luta colocando o simbolo da A.L.M.A.S na Confreira Lene Muniz, não desviei nem um segundo meu olhar e com palavras cheias de domínio na arte e esperança. fiz deste momento uma glória.
Lícinha Raizete Membro Efetivo da A.L.M.A.S
Lícinha Ramizete.
A escritora do Vampiro. Ela conduz sua vida discreta, enquanto o eco de suas letras soam fortes.
Com seu sorriso franco tomava posse como membro efetivo da A.L.M.A.S, sua energia positiva fez um clarão.
Lélia Vitor Fernandes de Oliveira como Membro da A.L.M.A.S
Lélia Oliveira ao meu lado, pesquisadora incansável, biografa e Presidente da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana, tomou posse como Membro da Academia de Letras, Música e Artes de Salvador.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
MEU MUNDO
MEU MUNDO
Eu te saúdo, Salvador - Bahia
Bela aragem dia e noite
Aqui tudo é verdejante
E, o céu pinta um azul reluzente
Eu te desenho com destreza
De cima do Elevador Lacerda
Tiro desta paisagem
A melhor, mais bela do mundo
E, contemplo o Pelourinho
Vem subindo a baiana faceira
Descendo, rabisco formosos músicos
Os tambores tocam: "São Salvador- Bahia".
Varenka de Fátima Araújo
Eu te saúdo, Salvador - Bahia
Bela aragem dia e noite
Aqui tudo é verdejante
E, o céu pinta um azul reluzente
Eu te desenho com destreza
De cima do Elevador Lacerda
Tiro desta paisagem
A melhor, mais bela do mundo
E, contemplo o Pelourinho
Vem subindo a baiana faceira
Descendo, rabisco formosos músicos
Os tambores tocam: "São Salvador- Bahia".
Varenka de Fátima Araújo
terça-feira, 22 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Falsários não me atingem.
Quis um dia ser professara de maquilagem, no tal concurso um mestre da banca trocou meus títulos e experiências por sua amante, colocando-a como professora. A prova da vida é respirar, caminha, segura da minha experiência em teatro, peguei um voo para o Panamá na mala poucas roupas e muitos bonecos de títeres, segurando na mão o meu pequeno filho com 2 anos, meu pai falava para eu não levar seu neto, eu pensava que uma mulher abandonada pelo marido e esmagada numa prova em que valia era o sexo, poderia vencer em outra terra.
Fui lá e fui professora no D.E.X.A.S, uma Universidade do Panamá, eu fui percebendo que aquele céu não brilhava como o do Brasil , já, já, já. Voltei com sentimentos lavados.
Como balançava muito o teatro, fui procurar uma oportunidade em Belas Artes, os olhares picantes de minhas colegas não me intimidaram, estudei desenho, pintura. Resolvi fazer uma exposição de Xilogravuras, na véspera o diretor da Galeria do Aluno me barrou, dei um giro e fui na sala do diretor da escola que me ofereceu a Galeria Cãnizares foi a exposição mais badalada, até Osmar Macedo fundador do Trio Elétrico estava entre os convidados, sou mesmo a rainha vermelha.
Caramba, depois dei mil liberdades do ponto de partida. Desenhar figurinos era mais seguro, não iria sair de cena, pedi minha remoção para Escola de dança, varrendo em passos da dança, muitos figurinos que foram interrompidos, quando tive de retirar minha Tíreoide que estava maligna, tive que buscar os deuses: Tupã, Iansã, Oxalá e o meu Deus Supremo.
Voltei num cavalo de Tróia , com poesias, contos, biografia, frases, junto com meu ídolo meu pai, tudo ao meu modo.
Recentemente, uma sobrinha jogou meu livro no chão sem pena.
Ó Cristo tenho meus sentimentos e muita emoção.
Varenka de Fátima Araujo.
Fui lá e fui professora no D.E.X.A.S, uma Universidade do Panamá, eu fui percebendo que aquele céu não brilhava como o do Brasil , já, já, já. Voltei com sentimentos lavados.
Como balançava muito o teatro, fui procurar uma oportunidade em Belas Artes, os olhares picantes de minhas colegas não me intimidaram, estudei desenho, pintura. Resolvi fazer uma exposição de Xilogravuras, na véspera o diretor da Galeria do Aluno me barrou, dei um giro e fui na sala do diretor da escola que me ofereceu a Galeria Cãnizares foi a exposição mais badalada, até Osmar Macedo fundador do Trio Elétrico estava entre os convidados, sou mesmo a rainha vermelha.
Caramba, depois dei mil liberdades do ponto de partida. Desenhar figurinos era mais seguro, não iria sair de cena, pedi minha remoção para Escola de dança, varrendo em passos da dança, muitos figurinos que foram interrompidos, quando tive de retirar minha Tíreoide que estava maligna, tive que buscar os deuses: Tupã, Iansã, Oxalá e o meu Deus Supremo.
Voltei num cavalo de Tróia , com poesias, contos, biografia, frases, junto com meu ídolo meu pai, tudo ao meu modo.
Recentemente, uma sobrinha jogou meu livro no chão sem pena.
Ó Cristo tenho meus sentimentos e muita emoção.
Varenka de Fátima Araujo.
É a vida....É a vida....
Pela cidade sigo, para aquecer os ossos, meu corpo não está moribundo, procuro aliviar as pressões e dores. A minha harmonia começa bem cedo, no passei diviso os zurzindo de pessoas raivosas. Sei que a batata da minha perna vai bombar o sangue para subir e andar sem temer uma ruptura de um vaso de sangue. Vibrando no meu compasso, para numa praça não tem um maestro, nem um som retumbante, uns mendigos esfarrapados dormem, estes pobre me tocam, nunca ouvirão Mozart,Queen, Valdick Soriano. Passam nas lojas dos Chineses, da raça do demo, eles não furtam.
Uns vão vivendo e passarão com sua escuridão, viver na margem da vida é truculento.Chegam a afetar os outros irmãos com suas armas brancas, já outros bem vestidos com suas armas de fogo apertam o gatilho para atingirem pelas costas suas vítimas. Andar hoje em dias seguidos é para os que não temem. E tudo gira velozmente´os que estão no topo sempre com seu chicote, tangendo a boiada que não sabem que são sugados todos os dias, nas feiras, no supermercados e bancos. A vida de gado é mesmo uma sina.
Uns vão vivendo e passarão com sua escuridão, viver na margem da vida é truculento.Chegam a afetar os outros irmãos com suas armas brancas, já outros bem vestidos com suas armas de fogo apertam o gatilho para atingirem pelas costas suas vítimas. Andar hoje em dias seguidos é para os que não temem. E tudo gira velozmente´os que estão no topo sempre com seu chicote, tangendo a boiada que não sabem que são sugados todos os dias, nas feiras, no supermercados e bancos. A vida de gado é mesmo uma sina.
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Charles Baudelaire
CHARLES BAUDELAIRE
Salve, Charles Baudelaire
Que tanto encanta!
Em suas metáforas
Em "flores do mal"
Com lábios de rosas
Imenso amor, sem riso
Elas não se foram
Naquele ponto, não
O jovem rebelde
Inspiração e mente brilhantes
Bebendo no cálice das letras
O tempo jamais apagou
A mísera vida não mostrou
A sua linguagem inovadora
Como a explosão do belo
Estremece o seu corpo
E a sua voz e olhos sem aceno
Firmaram letras eternizadas.
Varenka de Fátima Araújo
Salve, Charles Baudelaire
Que tanto encanta!
Em suas metáforas
Em "flores do mal"
Com lábios de rosas
Imenso amor, sem riso
Elas não se foram
Naquele ponto, não
O jovem rebelde
Inspiração e mente brilhantes
Bebendo no cálice das letras
O tempo jamais apagou
A mísera vida não mostrou
A sua linguagem inovadora
Como a explosão do belo
Estremece o seu corpo
E a sua voz e olhos sem aceno
Firmaram letras eternizadas.
Varenka de Fátima Araújo
Ana Frank
Ana Frank
Era uma pequena cheia de ideias
Tinha tantos sonhos indeléveis
Desperta para quimera, fantástica
Esperta de braços para o horizonte
Sensível, seu coração lamenta
Que seus amigos em peso se foram
Burlava suas emoções vivas
Que no exílio, tanto sofria
Era uma pequena valente
Nem o cárcere fez recuar
Sinal de uma menina genial
Em letras foi confirmado
Os infames no esquecimento
Vermes sustentados por infernais
Que o mundo baniu os malfeitores
Que todos saibam do século maldito
Era uma pequena com muito amor
Modesta, queria apenas viver
Por suas mãos ficaram letras
A qual, a morte não apagou.
Varenka de Fátima Araújo
Salvador - Bahia- Brasil
Era uma pequena cheia de ideias
Tinha tantos sonhos indeléveis
Desperta para quimera, fantástica
Esperta de braços para o horizonte
Sensível, seu coração lamenta
Que seus amigos em peso se foram
Burlava suas emoções vivas
Que no exílio, tanto sofria
Era uma pequena valente
Nem o cárcere fez recuar
Sinal de uma menina genial
Em letras foi confirmado
Os infames no esquecimento
Vermes sustentados por infernais
Que o mundo baniu os malfeitores
Que todos saibam do século maldito
Era uma pequena com muito amor
Modesta, queria apenas viver
Por suas mãos ficaram letras
A qual, a morte não apagou.
Varenka de Fátima Araújo
Salvador - Bahia- Brasil
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Sara entrevista Varenka na CNT
14 de setembro de 2015. Primeiro dia da semana, a entrevista estava marcada para 16:30, cheguei um pouco mais cedo. Fiquei esperando numa sala confortável. Sara, ex- dançarina de um grupo famoso de Salvador vem ao meu encalço toda sorridente e pergunta:
Você é a Varenka?
Eu sou a Varenka.
Porque logo vamos fazer a entrevista.
Para descreve la, direi simplesmente que ela é uma pérola que ofusca, com um sorriso nos lábios.
Nunca fui tão bem recebida em uma entrevista.
No Studio, um sofá colorido, onde fui acomodada e Sara numa cadeira, como num passo de dança, começou a entrevista.
Varenka fale um pouco da sua trajetória como escritora.
Contando a mesma historia, do poema "Amazonas, amazonas é nossa", falei tanto com tanta vontade de de viver, que o deslumbre foi contagiante. O que foi feito foi por puro amor a arte.
Varenka de Fátima Araújo.
Você é a Varenka?
Eu sou a Varenka.
Porque logo vamos fazer a entrevista.
Para descreve la, direi simplesmente que ela é uma pérola que ofusca, com um sorriso nos lábios.
Nunca fui tão bem recebida em uma entrevista.
No Studio, um sofá colorido, onde fui acomodada e Sara numa cadeira, como num passo de dança, começou a entrevista.
Varenka fale um pouco da sua trajetória como escritora.
Contando a mesma historia, do poema "Amazonas, amazonas é nossa", falei tanto com tanta vontade de de viver, que o deslumbre foi contagiante. O que foi feito foi por puro amor a arte.
Varenka de Fátima Araújo.
Jarbas em sonho.
Não sabia que um sonho tem uma mensagem. Fiquei muito preocupada em ter sonhado com o meu melhor amigo, que fez a partida neste ano. Quando em vida, passei momentos ilariantes e alegres com o meu moreno de cabelos pretos e sempre discreto. Quando ele estava fazendo o tratamento de quimioterapia, tentei ficar perto, não dava, passei o mesmo sofrimento, meu irmão teve a mesma doença no pulmão,esta doença fica adormecida tomando conta do corpo, espiona e no momento em que o corpo está debilitado, ela toma com toda força a vida. Não falei com ele, antes da sua partida, me recolhi e fiquei guardando na memoria nossos momentos e segredos compartilhados.
Nesta semana ele veiu em sonho e acordei no ato do amor. E aí meia zonza, consultei um especialista em sonhos, ele estava querendo me dizer algo, que não teve tempo de me revelar. Orei muito por meu amigo. Fique em paz meu amigo.
Varenka de Fátima Araújo
Nesta semana ele veiu em sonho e acordei no ato do amor. E aí meia zonza, consultei um especialista em sonhos, ele estava querendo me dizer algo, que não teve tempo de me revelar. Orei muito por meu amigo. Fique em paz meu amigo.
Varenka de Fátima Araújo
Olga Amazonas
Eu te saúdo, Olga Amazona
Jovem sedutora!
As tuas pernas torneadas
Podem alcançar vitorias
E vais, e vais , com o sangue quente
Nas quadras com coragem
Com uma voz grave
Com os olhos brilhantes
Na vastidão do horizonte
Ei la com uma medalha de ouro
O teu nome tem cores vibrantes
Uma vate que prefere outra medalha
Se este é teu querer
Na minha fé, imprimo na minha alma
O teu nome.
Varenka De Fátima Araújo
Jovem sedutora!
As tuas pernas torneadas
Podem alcançar vitorias
E vais, e vais , com o sangue quente
Nas quadras com coragem
Com uma voz grave
Com os olhos brilhantes
Na vastidão do horizonte
Ei la com uma medalha de ouro
O teu nome tem cores vibrantes
Uma vate que prefere outra medalha
Se este é teu querer
Na minha fé, imprimo na minha alma
O teu nome.
Varenka De Fátima Araújo
Minha idade
Nada é fácil na minha idade, tudo soa mais pesado um pouco mais da cor magenta com um barulho de um corpo de uma senhora caído sangrado no asfalto em pleno centro da cidade, vou me acostumando com minhas dores, viajar seria uma boa, tem os mesmos riscos. Então viajo para perto, onde me traz paz, a Bahia é tão esplendorosa que prefiro conhecer esta terra onde começou o Brasil. Falei comigo mesmo; aqui temos a Europa e o velho mundo, devidamente desconhecido. Bebo mais um pouco de coragem, falo com muitos na rua para me sentir fortalecida. Para um pouco, devido a artrite, a doença não me convence, aqui o céu brilha forte e sou do dia, minha dor maior é me sentir a ausência do meu pai, sinto que a família só é completa quando temos os pais pertinho.E no santuário do progresso vou vivendo, tentando me adaptar e me ajustar os revés da vida.
Varenka de Fátima Araújo
Varenka de Fátima Araújo
terça-feira, 8 de setembro de 2015
domingo, 6 de setembro de 2015
domingo, 30 de agosto de 2015
Aqui é Brasil
Ó tu
Homem
Mulher
Aqui é Brasil
Que paro e pasmo
Fortalece mulher
Homem não faça sermão
Camaleão, não
Ao grosseiro
Falo a verdade
Nada de espanto
Aqui é Brasil.
Não, fiquem no acomodado
Aqui é MEU BRASIL
Varenka de Fátima Araújo
Homem
Mulher
Aqui é Brasil
Que paro e pasmo
Fortalece mulher
Homem não faça sermão
Camaleão, não
Ao grosseiro
Falo a verdade
Nada de espanto
Aqui é Brasil.
Não, fiquem no acomodado
Aqui é MEU BRASIL
Varenka de Fátima Araújo
















