quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Quadro - Moça
Pele branca
Vermelho, branco, marrom
Pele fina
Belos olhos
Boca vermelho carmim
De frente
Olhando para todos
Pintura de Varenka de Fátima
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
ESTRELA
Temi a estrela maior que tem raios
Traiçoeiros que não voltam para ela
Fugi como uma louca
Temi sua saga de brilhar
Ha certa luminosidade
Que soltam raios vampiros
Dos seus lábios um amargo
Que extraem nosso rubor
Ah! Não, não pode, eu posso
Ser visível enquanto você some
Eu vejo o mundo sem gentileza
Com homens que matam
Sim, ela nunca deixará de brilhar
Enquanto nós mortais
Na extensão das casas
As tumbas ficam a nossa espera.
Varenka de Fátima Araújo
Traiçoeiros que não voltam para ela
Fugi como uma louca
Temi sua saga de brilhar
Ha certa luminosidade
Que soltam raios vampiros
Dos seus lábios um amargo
Que extraem nosso rubor
Ah! Não, não pode, eu posso
Ser visível enquanto você some
Eu vejo o mundo sem gentileza
Com homens que matam
Sim, ela nunca deixará de brilhar
Enquanto nós mortais
Na extensão das casas
As tumbas ficam a nossa espera.
Varenka de Fátima Araújo
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Vinicius de Morais
O poetinha do meu Brasil
Um homem que soube galgar
Com seu canto menestral
Suas palavras bebem sabedoria
Um vate de verdade
Dizem também que sua lida
Foi ser diplomata em Los Angeles, Paris e Roma
Do mundo da gloria presenciou
Reinou entre mil amores
Provou das emoções mais físicas
Dorme poeta suas letras foram firmadas
O céu aceitou o artista completo
Varenka de Fátima Araújo
Um homem que soube galgar
Com seu canto menestral
Suas palavras bebem sabedoria
Um vate de verdade
Dizem também que sua lida
Foi ser diplomata em Los Angeles, Paris e Roma
Do mundo da gloria presenciou
Reinou entre mil amores
Provou das emoções mais físicas
Dorme poeta suas letras foram firmadas
O céu aceitou o artista completo
Varenka de Fátima Araújo
sábado, 21 de dezembro de 2013
Um dia de Chuva
Aqui chovia muito, relâmpagos, trovões.Ela na lanchonete percebeu um rapaz descalço segurando um saco com objetos velhos que olhava para uma coxinha. Ela pede uma coxinha de galinha e um suco, entrega ao rapaz que mastiga calmamente olhando aquele dilúvio,ao terminar sua primeira refeição se foi na chuva.Ele estava vestido de vermelho sujo todo molhado.Ela com sua sombrinha chinesa tentou atravessar a rua, temia os raios e sua roupa ficou encharcada.Para chuva que para tudo.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Francisco das Chagas - Chaguinhas
Devo confessar que eramos muito parecidos fisicamente. Dizem que meu pai foi um intelectual, exímio poliglota, bem valente como Lampião.
Não sei. Afirmo que ele foi o meu conselheiro, meu amigo, sua alma de poeta e cantor me agasalhou por toda vida.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Revista Literária - Café Com Letras - Academia de Letras de Teófilo Otoni
sábado, 14 de dezembro de 2013
Madre Tereza de Calcutá
Madre Tereza de Calcutá
Longe, bem longe
pequena bondosa
Crença, amor, nobre e esperança
Olhos fixos nos enfermos
E a sua mão firme
sobre um corpo
Então lavava como uma mãe
Murmurava, implorando ficar na Índia
Pois que seja! Virtuosa pedinte
Ó Madre Tereza de Calcutá
Que o seu juramento foi cumprido
Vestida de branco e um manto branco e azul
Fazem hoje muitos
anos
Que sua vestimenta é reconhecida
Como uma caridosa fundadora
Da Congregação Missionária
da Caridade.
Varenka de Fátima Araújo
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Certificado da Bibioteca Comunitária João Rodrigues de Mattos
Prof. Francisco Assis Mattos - os livros
Na Biblioteca Comunitária João Rodrigues de Matos - a história
Itarema - Ceará - minha memória
Desfruto sua recompensa
Uma escritora tagarela, agradece.
Varenka de Fátima Araújo
.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Uma baiana na Praça da Sé
Canta, canta baianinha
Canta, canta Varenkinha
Canta com sua voz pequenina
Chora a partida do Ceará
Magricela, irriquieta, sorridente
Canta como se fez mulher
Sensual, vigorosa, lutadora
Canta a guerreira da Bahia
Varenka de Fátima Araújo
Canta, canta Varenkinha
Canta com sua voz pequenina
Chora a partida do Ceará
Magricela, irriquieta, sorridente
Canta como se fez mulher
Sensual, vigorosa, lutadora
Canta a guerreira da Bahia
Varenka de Fátima Araújo
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Solidão
Eu vivi na escuridão
No imenso isolamento
Ponho nesta solidão
Meu maior sentimento
Varenka de Fátima Araújo
No imenso isolamento
Ponho nesta solidão
Meu maior sentimento
Varenka de Fátima Araújo
Gonçalves Dias
Gonçalves Dias
Sete horas da manhã
Abro janelas e portas
Um céu cinzento fere a vista
Palmeiras raquíticas sem verde
Os sábias num canto sem som
E o vento seco varre sem fronteiras
É pitoresco este cenário
Rios com manchas pretas
Corem para o mar, uma tragédia
Uns sem sustendo de uma desgraça
Águas que vestem a terra desbotadas
Que abrem fendas como cemitérios
Eu recomponho meu corpo ardente
Nas cores que aquecem vibrantes
Estou hoje convencida, nesta desdita
Gonçalves Dias se estivesse aqui
Pavoroso seria sentir,dorme poeta
Varenka de Fátima Araújo
Sete horas da manhã
Abro janelas e portas
Um céu cinzento fere a vista
Palmeiras raquíticas sem verde
Os sábias num canto sem som
E o vento seco varre sem fronteiras
É pitoresco este cenário
Rios com manchas pretas
Corem para o mar, uma tragédia
Uns sem sustendo de uma desgraça
Águas que vestem a terra desbotadas
Que abrem fendas como cemitérios
Eu recomponho meu corpo ardente
Nas cores que aquecem vibrantes
Estou hoje convencida, nesta desdita
Gonçalves Dias se estivesse aqui
Pavoroso seria sentir,dorme poeta
Varenka de Fátima Araújo
domingo, 1 de dezembro de 2013
O que quero
Este teu olhar penetrante
Esta tua boca que me alcança
Fico toda enfeitiçada
Totalmente doidivana,me expõe
Espero teu entrar e sair
E teu mel para ser sugado
Por mais que estejas longe
Este detalhe não importa.
Avança...Ignora os olhares...
Ignora as palavras,vem no cio
Para te devorar e saborear
Como uma leoa faminta.
varenka de Fátima Aaraújo
terça-feira, 26 de novembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
Pilulas para Viver
Avante com minha vida
Com o avanço da ciência
Pilulas de várias cores
Ao vir da aurora
Tomo uma branca e azul
Antes do café
Bebo água com uma branca
Pintam com vigor meu corpo
Cheiro de cravo a rosa
Vivo esbanjando a rosa
Vermelho e transparência
Ao meio dia
O sol esquenta o sangue
O almoço colorido
Mas eu sempre vigiando
Me rendo em obediência
Engulo o liquido incolor
Ao por da tarde
Quando o sal se põe
O jantar com moderação
Mais uma da cor vermelha
Que resseca minha língua
E me calo pensativa
Alívio na noite
Um pó branco vai pro ossos
Com o perfume das rosas
Se tantas pilulas são drogas
Me viciaram para viver
Avante que é vida que amo.
varenka de Fátima Araújo
Com o avanço da ciência
Pilulas de várias cores
Ao vir da aurora
Tomo uma branca e azul
Antes do café
Bebo água com uma branca
Pintam com vigor meu corpo
Cheiro de cravo a rosa
Vivo esbanjando a rosa
Vermelho e transparência
Ao meio dia
O sol esquenta o sangue
O almoço colorido
Mas eu sempre vigiando
Me rendo em obediência
Engulo o liquido incolor
Ao por da tarde
Quando o sal se põe
O jantar com moderação
Mais uma da cor vermelha
Que resseca minha língua
E me calo pensativa
Alívio na noite
Um pó branco vai pro ossos
Com o perfume das rosas
Se tantas pilulas são drogas
Me viciaram para viver
Avante que é vida que amo.
varenka de Fátima Araújo
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Sem o meu eu
Uma bendita agulha
cruza meu corpo
ligada a mim por uma mão
tintas sanguíneas escorrem
na ausência dos meus sentidos
estou no vácuo ou no exílio
não maldigo meus antepassados
o amor que sinto pela pátria
diviso a morte da vida
prefiro a quimera sublime
de um novo dia.
Varenka de Fátima
cruza meu corpo
ligada a mim por uma mão
tintas sanguíneas escorrem
na ausência dos meus sentidos
estou no vácuo ou no exílio
não maldigo meus antepassados
o amor que sinto pela pátria
diviso a morte da vida
prefiro a quimera sublime
de um novo dia.
Varenka de Fátima


















