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"O Artista se eleva pelo prazer da beleza dentro de sua criação."

Minha origem

Sei que amo. Conheço minha origem, respeito a mim mesma, tenho consciência da miscigenação e da minha cidadania.

Bahia de Todos os Santos

Moro na Bahia de Todos os Santos, abençoada por 365 igrejas, um legado deixado pelos Portugueses. No sincretismo religioso, o abraço com todas as religiões.Um povo que vibra sem intolerância religiosa.Tenho fé e amo meu povo!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Lançamento do Livro Sarau Varvara 13/03/2017


domingo, 5 de fevereiro de 2017

Ouro, ouro quêm quer?

 Sim, porque o melhor brilho é do ouro, não podemos usar na rua, já sabem o marmanjo pega, com estratégia. Não pode..., pode sim, usar em festas, os famosos usam, tem umas que usam tanto ouro, ficam parecendo árvore de natal, ouro é ouro.
Acontece que o ouro vale tanto, como o real, existem pessoas nas ruas com cartazes  indicado onde se compra, ou, vendem ouro.
Olha, preste bem atenção a malandragem é bem esperta..., eu não tenho, nem uso, meu luxo é um bom livro, feliz é quem tem um livro.
A terrinha, como chamam à Bahia é riquíssima..., então, estão comentando que no interior da Bahia descobriram ouro, os garimpeiros estão fazendo festa, estão indo para o sertão, cavando, enfiando a mão na terra, retirando ouro, a população do local está em alvoroço.
Os que vão para lá, estão pegando uma barrinha de ouro para desfrutarem neste tempo.
Pobreza tem, melhor esquecer..., mas, a terra é rica. Os jornais não publicam, faz muito bem. O ouro ofusca muitos, pode ter  uma invasão sem precedentes.
Lembrando  teve um  baiano que rumou para o Juazeiro do Norte do Padre Cícero procurando ouro.
Que pegadinha?, o ouro sempre esteve na terrinha de um famoso baiano.

Um homem disfarçado.

De tempos em tempos, Margarida faz seu passeio matinal, segue para Araújo Pinho para colocar em ordem pendências. Como sempre anda pela calçada, encontra com um homem alto escuro com roupas de tons: branco e preto sentado na calçada  com um giz na mão desenhado na calçada.
Entretanto aquele homem estingava a mulher, ela circulando seu desenho que olhando rapidamente parecia, um macaquinho que às crianças, em seu  tempo gostavam de brincar. Mas..., não era um macaquinho, não tinha o céu. Depois de cinco minutos, ele levantou a mão, pediu uns reais.
Os olhos de Margarida quase pulavam, então o senhor quer dinheiro para quê?
Não senhora, não posso falar.
Margarida inconformada..., ah, vou te dar dinheiro, não possa saber como o senhor vai usar...., dinheiro não cai do céu, o meu é do meu suor, fica com seu céu seu mendigo.
Não sou mendigo, sou arquiteto.
Ela, examinou bem o desenho, percebeu que era uma plante de um edifício
Luz, giz, cimento, concreto, esqueceu o que falou para o homem, colocou uns reais em sua mão.
Fatos inexplicáveis perseguem este homem, tem consciência do que faz, ele lê jornais, não é um pedinte qualquer, nesta terra tão rica.